O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Domingo, 28 de Novembro de 2010

As grandes fricções na Igreja têm, quase sempre, como epicentro o poder.

 

Ora, isto é totalmente espúrio e indevido.

 

Jesus corporiza a prioridade do serviço e a recusa do poder.

 

A pertença a Jesus vem pelo baptismo. Há em cada discípulo, na sua acção quotidiana, uma autonomia cristónoma, que dispensa tutelas.

 

O próprio Concílio Vaticano II consagra, como carisma dos fiéis leigos, a acção no mundo.

 

A relação é estruturante. A interacção é edificante. A tutela pode ser uma condicionante.

 

Cristo está presente em cada um. Apoiar é importante. Tutelar é menorizar, é não confiar.

 

O Espírito, afinal, sopra onde quer. E não está dominado por ninguém.

publicado por Theosfera às 18:26

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