O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 25 de Novembro de 2010

O que as pessoas põem em causa quando nos abordam, na sua ardente simplicidade, não é a mensagem. É, quase sempre, a nossa conduta.

 

Dizia Walter Kasper que a grande novidade de Cristo estribava precisamente aqui: não tanto no conteúdo (a mensagem do Reino, apesar das acentuações próprias, não era nova), como na conduta.

 

 A conduta de Jesus configura, de facto, algo de radicalmente novo, único. A Sua conduta assentava na convergência plena entre a palavra dos lábios e a palavra da vida, entre o que dizia e o que fazia.

 

 Por causa dessa conduta, foi censurado, condenado e morto. Os Seus discípulos chegaram a ser acusados de loucura (segundo Paulo) e demência (segundo Justino).

 

 Mas é precisamente nessa loucura e nessa demência que está o poder da salvação.

 

 Estamos dispostos a esta douta loucura e a esta sábia demência?

 

 Os verdadeiros discípulos de Cristo nunca chamaram louco a ninguém. Mas chegaram a ser acusados de loucura. Porque será?

 

 Onde estará a loucura real: nos acusados ou nos acusadores?

 Bendita loucura esta, onde se compendia a autêntica inteligência!

 É a inteligência dos simples, dos pobres, dos humildes, dos mansos e dos pequenos.

publicado por Theosfera às 10:43

De António a 25 de Novembro de 2010 às 12:59
O próprio Jesus de Nazaré foi acusado de louco, até pelos seus próprios familiares. João Baptista foi acusado de estar possuído pelo demónio.Portanto,um e outro foram pessoas consideradas fora do normal. Certamente irreverentes e insubmissos. Cristo " farisaicamente correcto" nunca existiu.O pior que se pode fazer a Cristo é tentar narcotizar a Sua Doutrina, acantoná-la numa forma subserviente de vassalagem ao poder político e temporal, qualquer que ela seja...


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