O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quarta-feira, 24 de Novembro de 2010

O destino da greve está a decidir-se, a esta hora, nos ecrãs da televisão.

 

O cidadão já interiorizou que a realidade está, cada vez mais, circunscrita à comunicação.

 

É por isso que o êxito ou o fracasso da greve geral é dirimido nos telejornais.

 

O curioso não está nos argumentos, aliás previsíveis. O curioso é notar como a mesma realidade se presta a leituras tão díspares.

 

Uns dizem que a adesão esteve nos 80%. Outros afirmam que ela não passou dos 30%.

 

Napoleão já havia sentenciado: «Todos olham para onde eu olho e ninguém vê o que eu vejo».

 

Haja um pouco mais de decoro e um pouco menos de propaganda.

 

A situação do país é demasiado grave para se prestar a estes efeitos cénicos.

 

O povo está a sofrer. E são já muitos os que nem força têm para gritar.

publicado por Theosfera às 20:29

De António a 24 de Novembro de 2010 às 22:30
Vejo João Proença e Carvalho da Silva, juntos, na tv 2. Carvalho da Silva já fora membro da Juventude Operária Católica. E a JOC, àcerca da greve geral, assumiu uma posição clara e inequívoca, como consta da Agência Eclesia nos seguintes termos:

"Comunicado da JOC no âmbito da Greve Geral de 24 de Novembro

Nesta época marcada por uma acentuada precariedade laboral, por taxas de desemprego crescentes, por uma proliferação dos recibos verdes e pela desregulamentação dos horários laborais, a classe trabalhadora tem vindo a ser a mais afectada. As medidas de austeridade recentemente implementadas, marcadas por cortes salariais, pelo aumento dos impostos e por uma diminuição dos apoios sociais, vêm fragilizar ainda mais as condições de vida dos jovens trabalhadores e das suas famílias, acentuando as desigualdades sociais e provocando um aumento da pobreza e da exclusão social.

Perante este contexto, e numa altura em que foi convocada a Greve Geral, a JOC – Juventude Operária Católica – coloca-se mais uma vez ao lado dos trabalhadores e manifesta a sua solidariedade com esta e outras formas de luta que visem a defesa de um trabalho digno e um desenvolvimento económico e social centrado na pessoa.

A luta por um trabalho digno, de qualidade e com direitos e deveres é essencial para que se possa construir um país mais justo e mais solidário. Cada jovem trabalhador deve tomar consciência da sua dignidade e da importância que tem preservá-la. Contestar de forma individual não é a melhor solução. Importa mobilizar os colegas de trabalho para a luta que é para o bem de todos. “O trabalho tem como característica, antes de mais, unir as pessoas entre si e nisto consiste a sua força social, a sua força para a construção de uma comunidade” (Encíclica Laborem Exercens, nº20).

Unamo-nos a estas Jornadas de luta convictos dos valores em que acreditamos, na expectativa de que conseguiremos ultrapassar as graves dificuldades actuais e assim possamos projectar um futuro mais promissor para todos.

Lisboa, 21 de Novembro de 2010

A Equipa Nacional da JOC"

http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?&id=82755


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