O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quarta-feira, 24 de Novembro de 2010

Há muita gente apostada em ser moderna. Parece que é mais importante do que ser verdadeiro, autêntico, fiel.

 

Ser moderno é importante e legítimo, mas é quase uma redundância. Moderno é o modo de hoje. Todos estamos envolvidos pelo momento.

 

 A questão de fundo não é essa. Há quem pretenda cultuar o ser moderno à custa de tudo (até das convicções) só por causa da popularidade.

 

 Já dizia Óscar Wilde que só os superficiais são populares. Não sei se será tanto assim, mas há muita pertinência neste diagnóstico.

 

 Temos de ir mais longe. Miguel Torga confessava que a sua fome não era de fama, mas de eternidade.

 

 E, com a sua comprovada irreverência, Pablo Picasso, sentenciou: «Cansei-me de ser moderno. Quero ser eterno».

 

 É para Deus que os nossos passos se encaminham. Até os daqueles que dizem não acreditar. Mas que, quiçá, se comportam de modo mais crente do que muitos que dizem crer.

 

 Isto de acreditar não é tanto de palavras. É de vida!

publicado por Theosfera às 10:45

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