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Sábado, 20 de Novembro de 2010

A actual conjuntura requer um cúmulo de várias atitudes que, pela amostra, não se vislumbram.

 

A primeira é a lucidez. A classe dirigente não é capaz de inverter a situação que o país vive.

 

E quando a alternativa se coloca (como é vulgar nas pugnas eleitorais) entre os dois principais partidos, o desconforto é grande e o entusiasmo é mínimo.

 

Daí a necessidade de uma segunda atitude: a humildade.

 

Não terá chegado a hora de se pedir a alguém que assuma, nesta hora crítica, o rumo do país, assegurando o apoio parlamentar indispensável?

 

Uma grande coligação não devia ser apenas (nem principalmente) para juntar membros de partidos, mas para envolver, o mais possível, a sociedade civil.

 

Tanto se fala na importância da cidadania, mas, na hora da verdade, os caminhos são-lhe tapados.

 

Daí que uma posição sensata como a de Luís Amado tenha sido, imediatamente, abafada. A vida não corre de feição para os moderados.

 

O PSD não está interessado porque não quer a companhia do PS.

 

O PS não se mostra receptivo porque não quer perder a liderança.

 

Enquanto a lógica for a dos interesses pessoais e partidários, o país continuará a marcar passo.

publicado por Theosfera às 11:30

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