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Domingo, 14 de Novembro de 2010

Se a administração central tem de ser reformada, a administração local não pode deixar de ser reestruturada.

 

É estranho que, desde há mais de 150 anos, ela permaneça praticamente inamovível, apesar das revoluções.

 

Num país com tantas vias de comunicação e a viver tamanhas dificuldades, será que precisamos de um tão elevado número de estruturas: governos civis, direcções regionais, câmaras com pouco mais de mil munícipes, juntas para escassas dezenas de fregueses?

 

Ainda por cima, há coisas que fazem pensar. Nem com esta proliferação de órgãos locais foi possível manter as escolas nas freguesias ou serviços fundamentais nos municípios.

 

É, pois, importante que se reflicta com serenidade e racionalidade, apontando sempre para o vértice de toda a discussão: o bem comum.

 

Toda a gente sabe que, na hora da mudança, haverá protestos. Mas será sempre assim.

 

Porque é que não se vai pensando, de modo sereno e equilibrado, num novo reordenamento?

 

Há instâncias que se sobrepõem. Por vezes, o cidadão não sabe a quem recorrer. As atribuições chegam a ser muito vagas. E as verbas lá se vão (des)gastando...

publicado por Theosfera às 13:44

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