O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 30 de Outubro de 2010

Adolfo Nicolás lastimava, há dias, a globalização da superficialidade.

 

Esta parece ser, de facto, uma tendência que não deixa ninguém imune.

 

Henrique Villa-Matas assinalava, concretamente, a situação dos intelectuais. Estes, para terem um auditório vasto e uma popularidade farta, têm de comentar assuntos fúteis.

 

O contágio da cultura do superficial atinge qualquer um. E, pelos vistos, sem que nos apercebamos devidamente.

 

O que aconteceu nestas negociações do orçamento é revelador.

 

Tantas coisas laterais para um assunto tão sério. Parecia um espectáculo, um reality show.

 

A cerimónia desta manhã, pelos vistos, não era para assinar nada. Que, aliás, já estava assinado. Era para ter uma fotografia.

 

A esta hora, estamos a ouvir o circunspecto ministro das finanças lamentar não ter sido possível uma fotografia.

 

Mas, no fundo, até havia. Eduardo Catroga registou o acto no seu telemóvel. E até fez questão de dar conta das horas e dos minutos.

 

Novembro está a chegar. Recolhamo-nos um pouco. Olhemos em frente. E deixemo-nos destas coisas.

publicado por Theosfera às 20:46

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