O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Segunda-feira, 25 de Outubro de 2010

José Mattoso é uma das pessoas que mais admiro. Não apenas pelo seu saber, que é muito, mas também pela sua humildade, que é ainda maior.

 

Ontem, deu uma entrevista sobre o seu percurso de vida, onde transparece toda uma panóplia de valores que cativam o mais desatento.

 

Assume-se como aluno de 13, 14 e não tem rebuço em qualificar-se como sofrível.

 

Isto dá logo que pensar. Como é que alguém excelente se apresenta como sofrível em contraste com tanta gente sofrível que se pavoneia como excelente?

 

Fala das suas opções, da sua entrada e da sua saída do mosteiro e do sacerdócio. No ar, fica uma necessidade de melhor se encontrar com Deus.

 

Há uma busca de pureza e autenticidade muito grande, que nem sempre é compreendida nem acolhida.

 

Evoca, com pesar, uma vida religiosa barroca, formal, assente nas exterioridades.

 

O que mais me toca é a referência a S. Francisco de Assis e à sua pureza que consiste em viver «o Evangelho sem glosa». Trata-se do «Evangelho despojado das derivas que foram acontecendo ao longo dos tempos». Trata-se, enfim, de uma procura da «autenticidade inicial».  

publicado por Theosfera às 10:50

De António a 25 de Outubro de 2010 às 13:21
José Mattoso é um senhor. Um homem de uma enorme afabilidade humana, sempre com o seu ar sereno,a palavra certa e justa.Um historiador ilustre.De uma integridade de carácter exemplar.E certamente um crente em Deus que, durante a sua vida, procurou sempre aprimorar a melhor conceptualização do Divino.Um exemplo para muitos daqueles que, em nome de Deus, se manifestam mais como herdeiros de Torquemada...


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