O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 23 de Outubro de 2010

Pergunto não ao vento que passa, mas à imprensa que chega notícias do meu país.

 

E o que vem estampado não é entusiasmante.

 

O sol parece tolhido pelo cinzento da crise.

 

Mas, embora não saiba como, tenho a certeza de que uma luz há-de brilhar.

 

Há-de haver uma saída. Há-de aparecer uma solução.

 

No fundo, há oito séculos que andamos sob o efeito da crise.

 

Se até agora soubemos resistir, por que razão haveríamos de desistir?

publicado por Theosfera às 13:46

De Evágrio Pôntico a 23 de Outubro de 2010 às 16:58
Bom Padre João,
admiro a sua fé nestes homens: "a crise há-de passar".

Não tenho tamanha fé nos políticos que têm afundado o nosso Portugal. Por que haveria de ter fé em gente incompetente, medíocre, oportunista, corrupta...?! Em homens sem princípios e sem moral (penso que a grande maioria deles nem deve saber o que isso é...)...?

A fé que tenho radica na possibilidade de algo acontecer para que venha a surgir no espectro político português gente séria e honesta, verdadeiramente interessada em levantar esta Nação dos escombros em que mergulhou mercê da insanidade e da velhacaria dos maçons que dominam o País!

Anseio por que surjam homens autênticos, ao estilo dos homens-bons dos nossos municípios medievais, que tomem as rédeas da governação e impulsionem o País na direcção da competência, da verdade, da honestidade, da paz, da rectidão moral. Só nesses poderei confiar.
Permita Deus que tais homens surjam e possam reerguer o País !

De António a 23 de Outubro de 2010 às 20:19
Falta liderança. A política está insípida no grande arco ideológico transversal. Mas o receituário, para melhorar a situação económica, é simples: acréscimo de cooperação e partilha. A receita é fácil.Só que os cozinheiros gostam mais de filé mignon do que de sardinhas assadas na brasa. De vez em quando, nos arraiais comicieiros, desfraldam a camisa, libertam a gravata e até petiscam uns jaquinzinhos fritos acompanhados de um carrascão à medida.Porém, é só para disfarçarem os seus apetites requintados. No dia a seguir continuam a jantar no Tavares Rico. E quanto ao povo,que aparem umas coxas de frango se as houver.Isto já não vai com falinhas mansas. É a hora de um bom murro dado na mesa.Greves gerais nunca fizeram mal a ninguém. Desde que também não sejam mero folclore de vista. Mas a sério, que é o que o país precisa...


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