O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Segunda-feira, 04 de Outubro de 2010

«O Homem mais amável do Mundo».

 

Foi assim que Bertrand Russell se referiu a S. Francisco de Assis.

 

Neste dia da sua memória litúrgica, queria vincar a perenidade da sua mensagem e a flagrante actualidade do seu testemunho.

 

Como Francisco, é urgente cultivar a pobreza, a humildade e a simplicidade.

 

É fundamental criar uma cultura de reconciliação com a natureza, com as pessoas.

 

Hoje mesmo, vamos pugnar pela instauração de uma fraternidade universal, de uma filadélfia cósmica.

publicado por Theosfera às 10:23

De Maria da Paz a 4 de Outubro de 2010 às 12:09
Rev.mo Senhor Doutor
Li em algum sítio que, no seu tempo, São Francisco de Assis foi considerado o Homem mais parecido com Jesus.
Afectuosamente,
Maria da Paz

De Theosfera a 4 de Outubro de 2010 às 14:15
Ex.ma Senhora Dra:
Também li. E tem toda a razão. Precisamos de uma humanidade e de uma Igreja mais «franciscanizadas».
Deus a abençoe.

De António a 4 de Outubro de 2010 às 12:47
O ateu Bertrand Russell foi um senhor na verdadeira acepção da palavra e que sabia reconhecer as verdades. A sua filha, crente, revelou que o pai andou toda a sua vida desesperadamente à procura de Deus. Certamente não O viu na figura patética do Deuterónimo e do Levítico mas,exigente e sério como era,seria incapaz de não ver em Francisco de Assis o homem mais amável do mundo...

De Theosfera a 4 de Outubro de 2010 às 14:14
Tem toda a razão. O que aqui diz devia fazer pensar. Porventura Russel tornou-se ateu por causa de muitos crentes. Não por causa de Francisco de Assis. Quando encerramos o amor só na doutrina, tiramos-lhe a força. Precisamos de nunca perder de vista as origens. Há um único mandamento. Quiçá, o mais esquecido: o mandamento do amor!
Abraço amigo no Senhor.

De António a 4 de Outubro de 2010 às 15:02
Bertrand Russell foi uma inteligência iluminada.Um homem sério e exigente. Que produziu esta afirmação extraordinária: " nada pode penetrar a solidão de um coração humano, excepto a profunda intensidade daquele género de amor que os mestres religiosos pregaram". Dele disse sua filha:" algures na mente do meu pai,no âmago do seu coração,nas profundezas da sua alma, havia um espaço vazio que fora um dia preenchido por Deus e ele nunca encontrou uma outra coisa para pôr em seu lugar". E acrescentou: " gostaria de o ter persuadido que que a procura de Deus podia não ser uma coisa vê. Mas era inútil. Tinha conhecido demasiados cristãos fanáticos, moralistas depressivos, daqueles que tiram alegria à vida e perseguem os seus opositores, ele nunca seria capaz de ver a verdade que essa gente escondia". Abraço amigo...


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