O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 02 de Outubro de 2010

São dias cinzentos, estes.

 

E o cinzento não é ditado tanto pela neblina que paira ou pela chuva que ameaça cair.

 

É um cinzento ditado pelo torpor e pela incerteza.

 

Nunca o futuro pareceu tão incerto.

 

A austeridade é apertada, mas há quem preveja que não ficaremos por aqui.

 

Quem lê o magnífico artigo do Prof. Diogo Freitas do Amaral fica com a sensação de que se podia ir mais longe na redução da despesa.

 

O cidadão pobre podia ser um pouco mais protegido.

 

Mas sem crescimento económico expectável, uma nova recessão pode vir a caminho. E que receitas se poderá esperar de quem já tem pouco para dar?

 

Bem dizia o Prof. José Gil, noutra suculenta prosa, que quase já não há esperança. Resta aos portugueses a força para viver. Ou sobreviver?

publicado por Theosfera às 11:46

De Maria da Paz a 3 de Outubro de 2010 às 00:34


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<BR><BR><BR class=incorrect name="incorrect" <a>Rev.mo</A> Senhor Doutor: <BR>Ou estou distraída, ou não ouvi medida nenhuma para incrementar a nossa economia. <BR>Cortes e mais cortes, atingindo duramente os mais pobres e a classe média. Imobilismo e inércia: vamos estar "quietinhos", reduzindo as despesas, mesmo as mais prementes e necessárias. Mas os campos continuam ( e continuarão) por cultivar; as fábricas têm fechado a um ritmo ímpressionante e em quantidade inumerável - quantas fábricas e pequenas empresas nós tínhamos! <BR>Vivemos dependentes ( em quase tudo) do estrangeiro! <BR>Somos um País pequenino, mas com determinação, trabalho e empenho, poderíamos (creio) bastar-nos a nós mesmos e ainda exportar produtos de qualidade - e até únicos no Mundo. <BR>Mas Portugal está a saque, com tudo arruinado. A começar pelo défice de formação humana relativamente aos mais jovens - a "factura" de tantos disparates na Escola vai ser ainda mais pesada do que a factura financeira que nos vai aos bolsos como ladrão descarado e sabedor do "ofício". Se é preciso, agora, sacrificar o Povo, é porque houve péssima governação, com gastos sumptuários e inúteis. <BR>Mas estamos em "Democracia"! E em República! <BR>Valha-nos Deus - o grande Ausente: porque tem sido sistematicamente expulso das instituições, do quotidiano, da Vida! Ditatorialmente! <BR>E toda esta hecatombe, com o seu longo e compacto cortejo de sofrimento e de misérias, é o resultado, creio, da ausência de Deus! <BR>Afectuosamente, <BR>Maria da Paz


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