O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 25 de Setembro de 2010

Jesus foi tão necessário quando increpou os fariseus e apostrofou a hipocrisia como quando exaltou os humildes e exortou ao amor.

 

Tudo releva do mesmo princípio, tudo brota da mesma fonte: a verdade.

 

 E é bem verdade que, frequentemente, as palavras mais fortes são as mais necessárias.

 

 Não é, muitas vezes, o medicamento mais intragável (mais azedo) o mais eficaz?

 

 Mistério. Convite. Desafio. Proposta. Prioridade. E urgência.

publicado por Theosfera às 11:35

De António a 25 de Setembro de 2010 às 21:19
Normalmente costumo encontrar pessoas de grande carácter em gente azeda. Ou melhor, há gente azeda que tem grande carácter e pessoas muito " delicodoces" que são falsas como Judas. As pessoas azedas, de bom carácter, não são hipócritas. Dizem - nos tudo o que pensam na cara, mas são incapazes de nos atraiçoar pelas costas. Não usam eufemismos nem tentam conciliar o inconciliável. Não procuram aprovação social mas em serem intrinsecamente íntegras. Trilham os caminhos mais difíceis e nas nossas horas amargas , costumam dizer com a sua habitual secura de trato: " Estou aqui. Precisas algo de mim ?"...

De Maria da Paz a 25 de Setembro de 2010 às 22:09
Rev.mo Senhor Doutor:
Muito obrigada por este post " que nos interpela na procura da Verdade!
Foi também muito gratificante ter "encontrado" V. Rev.ª na secção "Opinião" do jornal "SOL", que se honrou com a presença de tão eminente Teólogo, tendo publicado o artigo da autoria de V. Rev.ª em homenagem ao Teólogo Padre Raimon Panikkar , "A religião como religação (e nunca como separação)".
Muito bem-haja, Rev.mo Senhor Doutor, por nos ter mostrado o Padre Raimon Panikkar na profundidade e abrangência do seu luminoso pensamento: o esplendor da obra de Deus na interligação de todos os elementos entre si e com Ele.
Muito bem haja, Rev.mo Senhor Doutor, por este seu artigo, denso de sentido e síntese do pensamento do Teólogo Raimon Panikkar , onde o Homem avulta no fulgor da sua Dignidade «como um ser no qual latejam o infinito, o misterioso, o relacional»- usando as palavras de V. Rev.ª em citação um pouco livre.
Li, na minha juventude, um livro cujo título era: 'O valor divino do humano': encontro-o agora aqui, em Panikkar , em V. Rev.ª
Afectuosamente,
Maria da Paz


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