O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Segunda-feira, 07 de Junho de 2010

Estamos num tempo de diagnósticos tremendistas, ansiosos, infrenes.

 

A palavra fim aparece em todo o lado: fim da história, fim da fé, fim da religião, fim da ciência.

 

Ultimamente, tem sido sobre a ciência que os vaticínios mais incidem. George Steiner e Jonh Horgan estiveram em Portugal esta semana e não pouparam nas palavras.

 

Creio que toda esta vaga denuncia, acima de tudo, saturação. Estamos a colocar demasiadas expectativas e os resultados têm sempre um ritmo mais pausado.

 

Há um certo nihilismo larvar, que subjaz perigosamente a toda esta tendência. Enquanto houver humanidade, haverá história, haverá ciência, haverá religião, haverá fé.

 

Terá é de haver uma adequação aos novos tempos. Mas não desesperemos jamais. O próprio fim terá um fim. É bom que ele esteja no princípio. Que tenhamos sempre presente para onde caminhamos. E que pensemos não apenas no fim do mês, mas também no fim da vida.

 

Faz sempre bem recordar Gandhi: «O que importa é o fim para o qual eu sou chamado».

publicado por Theosfera às 10:50

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