O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 27 de Maio de 2010

É líder e não abdica da liderança.

 

Não se queixa.

 

Tem sempre a iniciativa.

 

Transforma o medíocre em bom, o bom em óptimo e o óptimo em praticamente invencível.

 

Acredita e faz acreditar nas capacidades de cada um.

 

Os seus são sempre os melhores.

 

Todos se sentem astros, mas a estrela é ele.

 

Fixa metas, obtém resultados, decide onde quer trabalhar.

 

Sabe sempre o que quer e para onde quer ir.

 

Não deixa ninguém indiferente. Com ele não há mais ou menos.

 

Trabalhar, para ele, é sinónimo de triunfar.

 

Não usa desculpas depois de actuar. Prefere incutir motivações antes de agir.

 

Para ele, as dificuldades são oportunidades. E as oportunidades vencem as dificuldades.

 

Os outros até podem ser melhores. Mas ele, quase sempre, é o primeiro.

 

Curiosamente, este homem nasceu em Portugal. Mas o seu espírito não é muito português.

 

José Mourinho prova que se pode ser diferente daquele que tem sido o nosso destino, o nosso fado.

 

Se ele consegue, porque é que nós não havemos de conseguir?

 

Mourinho não é só um treinador. É um sério caso para estudar. E, se possível, reproduzir.

 

Quando se acredita (e faz acreditar), o impossível desaparece. Ou, pelo menos, não é tão frequente.

 

 

 

 

 

 

publicado por Theosfera às 22:34

De António a 28 de Maio de 2010 às 01:43
O mesmo Mourinho que eu considero o melhor treinador do mundo é o mesmo Mourinho que se atravessou no caminho de Manuel José, quando este ainda era treinador do União de Leiria. É o mesmo Mourinho que rasgou a camisola a um dos mais correctos jogadores de futebol, Rui Jorge.Foi treinador do meu clube. Admiro-o como treinador de futebol, mas não me serve de exemplo humano.Na vida há limites para tudo. O sentido de honradez levado às últimas consequências é um deles. Não me interessam as suas vitórias profissionais para nada se elas não forem condizentes com os pressupostos éticos da grandeza humana. Prefiro um treinador perdedor mas de alma grande e respeito pelo próximo.Posso muito bem passar sem Mourinho...

De Theosfera a 28 de Maio de 2010 às 09:46
Tem toda a razão, bom Amigo. O que pretendi foi valorizar, na maré baixa em que vivemos, a persistência e a tenacidade na horas difíceis. É um registo pouco português, mas, quanto a valores, não há dúvida de que é questionável. Não vale tudo na vida e os fins não justificam os meios. Vencer não pode ser a todo o custo. Abraço amigo no Senhor Jesus.

De António a 28 de Maio de 2010 às 12:28
Entendi, estimado Padre João António. Mourinho tem efectivamente hercúleas qualidades de liderança e é verdade que, normalmente,em Portugal, somos tíbios a acreditar em nós. Mourinho, de facto, escapa a esse paradigma.É sumamente competente na sua profissão. Quanto ao plano humano, não aprecio a sua postura recorrentemente arrogante.Quero ver como se comportará no dia em que tiver uma rotunda derrota...

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