O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 13 de Maio de 2010

Por mais de uma vez, o Santo Padre referiu-se ao centenário das aparições de Fátima, que ocorre daqui a sete anos.

 

Bento XVI sublinhou esta manhã o papel que Fátima continua a ter na salvação da humanidade, afirmando que «iludir-se-ia quem pensasse que a missão profética de Fátima esteja concluída».

 

«Aqui revive aquele desígnio de Deus que interpela a humanidade desde os seus primórdios», disse o Sumo Pontífice, avisando que «o homem pôde despoletar um ciclo de morte e terror, mas não consegue interrompê-lo».

 

Na homilia da eucaristia a que presidiu no Santuário de Fátima, perante milhares de peregrinos, Bento XVI disse que, «na Sagrada Escritura, é frequente aparecer Deus à procura de justos para salvar a cidade humana e o mesmo faz aqui, em Fátima», quando escolheu os Três Pastorinhos para veículos de uma profética mensagem celeste.

 

A Missa, na Cova da Iria, terminou com a sempre emocionante Procissão do Adeus. Emotiva também foi a benção dos 428 doentes que se encontravam na colunata.

 

E já não falta quem conjecture: voltará Bento XVI em 2017?

 

Tocante o silêncio após a homilia e a comunhão. Comovente a amabilidade para com toda a gente.

publicado por Theosfera às 16:24

De António a 13 de Maio de 2010 às 16:55
Não tenho a menor dúvida, e por mim exclusivamente falo, que Fátima foi e é uma enorme ilusão. Confesso que me comove ver as crenças de tantos dos meus irmãos reflectidas no sonho esperançoso de Fátima. E compreendo como dever ser duro que esse sonho quimérico se desfaça. Respeitosamente não me revejo nem me sinto destinatário das palavras de Bento XVI. Ele dir-me-ia que eu estou errado. Eu responder-lhe-ia com factualidade incontornável. Mas fosse o que tivesse acontecido ou não em Fátima, há, pelo menos algo que a distorção teológica de Fátima não vai conseguir: matar os sonhos salvíficos da enorme multidão de crentes que demanda Fátima na procura de Deus. Que importa se eu caminhe por passos diferentes, e tal como José Régio, diga " não vou por aí" ? A liberdade de consciência é um valor insuperável para todos. E Bento XVI sabe-o bem. Presumo que ainda se recorde das palavras justas e sábias que proferiu em 1968, quando era ainda o jovem Joseph Ratzinger:

"Acima do papa, como expressão da autoridade eclesial, existe ainda a consciência de cada um, à qual é preciso obedecer antes de tudo e, no limite, mesmo contra as pretensões das autoridades da Igreja." Do legado de Bento XVI nunca mais irei esquecer esta frase, que dele adopto como lema da minha conduta. Bem haja Papa Bento XVI. Eternamente grato por me fazer recordar o valor inestimável da Liberdade de Pensamento. E uma palavra especial para si, genuinamente sincera e respeitosa e nada louvaminheira: que Deus o guarde e o proteja. Também sou seu irmão e nada me divide de si. A não ser não abdicar da minha liberdade integral e do meu livre alvedrio.
Deus um dia nos julgará a todos? Não. Deus um dia nos acolherá a todos sem excepção. Deus é Amor. E o verdadeiro Amor não tem “ ses” nem “ mas”. O Amor de Deus, esse, é Infinito e Bondoso por Natureza. E nós? Ainda temos tanta recíproca Humildade para aprender…


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