É certo que Alberto Caeiro achava que a beleza é o nome de qualquer coisa que não existe.
Já para Dostoievsky, «a humanidade pode viver sem a ciência, pode viver sem pão, mas sem a beleza não poderia viver nunca, porque não teríamos mais nada para fazer no mundo».
A humanidade é pródiga em gestos belos.
Tudo o que aproxima, tudo o que une está carregado de beleza.
Estes dias estão condenados a ser belos.
Todos os dias podem ser belos. Hoje também.

