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Terça-feira, 11 de Maio de 2010

O empresário João Pereira Coutinho considerou hoje que os políticos portugueses devem seguir o exemplo do Papa, que tem «a coragem para falar a verdade e enfrentar situações muito difíceis».

 

Após a Missa celebrada por Bento XVI no Terreiro do Paço, em Lisboa, João Pereira Coutinho disse que a homilia foi «extraordinária» e considerou o Papa é «o maior líder vivo hoje» e o único que lida com todo o tipo de situações «com muita responsabilidade, através da verdade».

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Seria bom que os líderes políticos, principalmente os portugueses, seguissem esta direcção. «Falem a verdade: se falarem a verdade isto resolve-se», defendeu.

 

O empresário afirmou mesmo que a «maior crise dos nossos dias» é a falta de coragem para enfrentar a verdade.

publicado por Theosfera às 21:20

De Maria da Paz a 12 de Maio de 2010 às 00:03
Creio que temos todas as razões para estarmos contentes connosco mesmos, nós Portugueses, pela forma distinta, fidalga e, ao mesmo tempo revestida de simplicidade e de intenso simbolismo, com que recebemos Sua Santidade. Desde as entidades oficiais até ao Povo, o bom Povo Português, pelas ruas de Lisboa , no Terreiro do Paço.
Precisávamos de um Fernão Lopes para "retratar" este Povo, cheio de Fé, de Esperança, de Amor...
O bom gosto revestiu todos os encontros, com especial destaque para o Terreiro do Paço, com o seu moderníssimo e lindíssimo altar, com o Tejo como paisagem de fundo: era um altar onde ressoava a nossa História e a nossa idiossincrasia!
Estávamos ali todos: os de agora e os de outrora; porventura os vindouros.
A homilia de Sua Santidade foi uma lição: um grande ponto de partida para muita reflexão conducente à mudança.
A entrega das chaves da Cidade pelo Senhor Presidente da Câmara de Lisboa foi um gesto que nos honrou e que mostrou o melhor que somos. O relicário com a relíquia de São Vicente foi uma extraordinária manifestação de requinte, de elevado bom gosto.
E a oferta de equipamentos desportivos a Sua Santidade foi um gesto de carinho com um toque de humor - que faz falta, mesmo nos momentos solenes. As "camisolas" para Bento XVI, tinham escrito: "Bento 16". Com este "jogador", o nº '16', tão intimamente unido a Deus e Seu Vigário, os respectivos Clubes futebolísticos vão, decerto, tornar-se invencíveis!
Trocando impressões com algumas Amigas, notámos todas que Sua Santidade se sentia feliz, acarinhado, "em família". E também notámos que, da parte de Sua Santidade, havia muito carinho, muito Amor por todos nós, Portugueses ou pessoas de outras nacionalidades. Todos: sem excepção.
Demos o melhor de nós mesmos. E, perdoe-se-me o orgulho, quando somos bons, somos mesmo BONS!
Maria da Paz

De António a 12 de Maio de 2010 às 03:11
João Pereira Coutinho defende a tributação das mais-valias da especulação bolsista capitalista ? Ou o Cristianismo, na opinião dele, só serve para discursos de circunstância ? Não me recordo de nenhum super-rico no tempo de Cristo com atitudes louvaminheiras. Será porque Cristo disse que era bem difícil os ricos entrarem no reino dos céus ?...


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