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Quarta-feira, 28 de Abril de 2010

O director-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, afirmou hoje que «não se devia acreditar demais» no que dizem as agências de notação financeira [rating].

 

As declarações de Strauss-Kahn ocorrem quando Grécia, Portugal e Espanha acabaram de ver revistas em baixa as notas atribuídas às suas dívidas públicas.

 

Interrogado sobre o papel das agências de notação e o crédito que merecem as suas opiniões, Strauss-Kahn respondeu que «reflectem o que recolhem [como informações] sobre o mercado. Não se deve acreditar demasiado no que dizem, apesar de terem alguma utilidade».

 

Uma das três principais agências de notação, a Standard and Poor's [as outras são a Moody's e a Fitch], reduziu na terça-feira a nota da Grécia, relegando o investimento nos seus títulos de dívida pública para a categoria de 'investimento especulativo'.

 

No mesmo dia, a agência degradou também a nota atribuída a Portugal e hoje fez o mesmo a Espanha.

publicado por Theosfera às 22:14

De António a 28 de Abril de 2010 às 23:43
As agências de notação são uma vergonha. Porque de inocentes não têm nada. São os instrumentos de actuação do capital internacional financeiro, que comandam a sorte dos povos a seu bel-prazer.É uma indecência que a UE se tenha deixado conduzir por estas agências de governação.Estão a pedir revoltas populares, porque são sempre os mesmos a suportar a crise das crises cíclicas do capitalismo especulativo financeiro. Só quando a indignação estalar nas ruas é que aprendem...

De Mª Amélia a 29 de Abril de 2010 às 14:18
Caro António!
Vê, como, afinal, nós até concordamos, em vários aspectos?

“As agências de notação são uma vergonha. Porque de inocentes não têm nada. São os instrumentos de actuação do capital internacional financeiro, que comandam a sorte dos povos a seu bel-prazer.”

É essa, exactamente, a minha opinião! O capitalismo especulativo, é tão só a outra face da mesma medalha que eu apontava, ontem! É uma indecência, sim!....

Não me espanta nadinha que a EU se deixe influenciar por estas agências, porque lhe falta a honestidade e a ética, apenas se deixam conduzir pelos próprios interesses, neste caso económicos! Não estão minimamente preocupados com os pobres que pagam sempre as crises! Isso já nós sabemos!

Há muitos que vivem das crises e, portanto…até lhes convém que aconteçam, de vez em quando e “Estão a pedir revoltas populares…”, tal como o António refere, e muito bem!

Estão muito bem instalados…e todos sabemos que a nossa economia não suporta os gastos supérfluos…que são um verdadeiro atentado!

Não duvido que haja tb pessoas honestas no Parlamento Europeu! Mas, sinceramente…confio pouco nas boas intenções da maioria! Estão lá para SE governarem...Será que existe, pelo menos um que ocupe aquele lugar com a intenção de servir?!...

Enquanto faltar, aos governos o Espírito Cristão…vamos andar sempre à deriva…porque, cada um de nós, trabalhadores…apenas pode fazer isso…trabalhar, o mais honestamente possível…pagar os nossos impostos e ajudar, sempre que for necessário, os nossos semelhantes!

Observamos, espantados e com enorme tristeza, o quanto se exclui, perigosamente, Jesus Cristo e, como se coloca, de parte, o Evangelho!

Alguém poderá negar a imensa apostasia, que vem acontecendo, nos últimos séculos?

Então...quer seja um regime totalitário...quer seja um regime capitalista...vai tudo dar ao mesmo...Os pobres serão sempre cada vez mais pobres e os ricos, cada vez mais ricos! Falta a Verdade, o Amor e a Justiça!

Cordialmente em Cristo!
Mª Amélia!

De António a 29 de Abril de 2010 às 17:50
Sim, estimada Maria Amélia. Falta muita dimensão cristã verdadeira naqueles que se afirmam cristãos, mas cujo Cristianismo é só de fachada. Nós temos imensa dificuldade em dividir os nossos bens materiais. Somos, com honrosas excepções, muito egoístas. E, embora Cristo nos tenha interpelado para uma ética altruísta, na prática não conseguimos cumpri-la. Falar é fácil. Cumprir é mais difícil. Só há, porém, uma forma de ultrapassarmos esta terrível ambiguidade: aprendermos a partilhar. Educarmo-nos fraternalmente no Espírito de Comunhão e de Partilha. Sei que é dificílimo. É como tentar subir até ao topo da Montanha de Sísifo. Mais difícil ainda do que escalar os Himalaias. Mas o Caminho faz-se caminhando. E cada um de nós, a começar por mim, terá que dar todos os passos necessários a essa ascensão espiritual, traduzida em actos concretos de devoção ao Próximo. Se assim fizermos, um dia poderemos criar o Paraíso na Terra. Só depende de cada um de nós. Abraço amigo...


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