O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sexta-feira, 23 de Abril de 2010

Os sábios conseguem as palavras certas (até) para as atitudes erradas.

 

O que vou contar refere-se a um ilustre professor universitário, falecido no início deste ano.

 

Trata-se do Padre Manuel Barbosa da Costa Freitas e a evocação pertence a José Rosa, na revista da Sociedade Científica da Universidade Católica, cuja edição de Abril me chegou, ontem, às mãos.

 

Diz o articulista que, na personalidade do mestre, coexistiam uma inteligência fulgurante e uma inocência pura. Estes são, de facto, os maiores ingredientes da sabedoria.

 

Sem bondade, que por vezes aparenta rasar a ingenuidade, é a própria inteligência que fica obscurecida.

 

Era com este espírito que o Padre Costa Freitas costumava repetir quando sentia aproximar-se o ocaso da sua peregrinação terrena: «As pessoas perdoam-nos facilmente o mal que fazemos; mas algumas nunca perdoam o bem que lhes fizemos».

 

Porquê? Aí é que está a dificuldade. Não há qualquer vislumbre de explicação. Nem os sábios a lobrigam. Será que tal resposta existe?

 

Trata-se de um facto que está na vida. Inexplicável. Mas presente. Há,pois, que contar com ele.

 

Há que pense que isto é uma simples boutade. Mas trata-se de uma enorme verdade. Há quem nunca perdoe o bem...

publicado por Theosfera às 11:30

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