O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Terça-feira, 30 de Março de 2010

Alertava Rui Tavares, na sua crónica de ontem, para aquilo que considera ser o triunfo da mediocridade.

 

Nomeava alguns líderes mundiais e, por contraponto com os líderes de gerações anteriores, não ocultava um forte desapontamento.

 

Refira-se que esta percepção vai-se tornando cada vez mais recorrente.

 

Até parece que a lei da evolução se inverte e que, agora, são os medíocres que eliminam os melhores.

 

Havia um tempo em que a televisão era uma espécie de filtro da qualidade. Só apareciam os melhores.

 

Hoje, se quisermos conviver com os melhores, temos de privilegiar o relacionamento humano, pessoal.

 

Não me reporto apenas à vertente académica ou à competência profissional. Refiro-me sobretudo à dignidade, à hombridade, aos valores.

 

A pergunta que muitos fazem é: porque é que estas pessoas não aparecem? Será por comodismo? Ou será porque lhes barram o caminho?

 

Mas o (des)caminho que estamos a trilhar não nos conduzirá a bom porto.

 

Urge reflectir. E, acima de tudo, inflectir.

publicado por Theosfera às 10:54

De António a 30 de Março de 2010 às 19:42
Cristo foi o mais Revolucionário, Vanguardista, Insubmisso e Subversivo de todos os tempos. Claro que todas essas características foram feitas em nome do Amor e da Bondade. Mas Cristo reformista não existe. Cristo retrógrado também não. Cristo submisso nunca seria possível, nem quando Se deixou ir como um Cordeiro Manso para o Calvário. Cristo acomodado não existe também. Veio ao mundo interpelar-nos para súbitas mudanças de comportamento, na senda do Bem. E a verdade, feita a retrospectiva histórica, é que só muitos poucos de nós foram capazes de corresponder a essa interpelação. Os Seus apóstolos e todos os santos. Francisco de Assis é um exemplo eloquente de uma Santidade que assumiu a radicalidade de Cristo. Desnudou-se perante os olhares atónitos dos seus vizinhos e entregou as suas roupas a seu pai. A mediocridade impera sim, pelo menos na ordem mundana e profana da nossa realidade politica e social. Foi esta humana mediocridade que quis conduzir o Cristianismo a uma religião anestesiante, nos antípodas da Doutrina de Cristo. É essa mesma mediocridade que teima em acomodar, acantonar Cristo, ao serviço dos seus interesses mesquinhos.
A Deus barraram o caminho. Silenciaram - nO depois de O terem Crucificado. E tudo fizeram para transformar o Cristianismo numa cartilha acomodatícia. Não somos capazes de generosidade, nem de cooperação nem de partilha. Mas somos capazes de sermos mesquinhos, falsos e hipócritas. E a maior dos farisaísmos é quereremos conciliar o inconciliável. Chega. É a altura de sermos decentes connosco e com o Próximo...

De Theosfera a 30 de Março de 2010 às 19:57
Bom Amigo, reconheço bastante pertinência ao que diz. Abraço amigo no Senhor Jesus.


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