O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 27 de Março de 2010

Foi um dos Seus que O traiu. Foram os do Seu povo que O condenaram. Foi um estrangeiro que O defendeu: «Este homem era justo».

 

A história de Jesus não é pontual; é referencial. Não é apenas para o passado. Ela ocorre em cada presente.

 

Hoje como ontem, são os de longe que, muitas vezes, se aproximam. E são os de perto que, não raramente, se distanciam.

 

A narração da paixão de Jesus é um estendal de ensinamentos. A não perder. A não esquecer.

publicado por Theosfera às 18:50

De António a 27 de Março de 2010 às 21:28
Há múltiplas formas de trair Deus:

«Não vos deixem surpreender por eu ter chamado os Judeus de desastrosos. Porque eles são mesmo desastrosos e miseráveis. Aqueles que rejeitaram tão fervorosamente e recusaram as muitas boas coisas que o céu lhes colocou nas mãos. Eles conheceram os profetas desde a infância e crucificaram aquele que tinham profetizado. Aqueles que foram chamados a ser filhos desceram à raça de cães.»

«Animais sem entendimento, quando gozam de manjares que enchem e engordam, tornam-se mais difíceis e incontroláveis e não tolerarão uma canga ou rédeas, ou a mão do condutor. E o mesmo com a nação dos Judeus: porque eles se voltaram para o mal extremo, tornaram-se irrequietos e não aceitaram o jugo de Cristo nem serem colhidos pela ceifa dos seus ensinamentos.»

«Tais animais que não pensam são próprios para o abate, porque eles não são próprios para trabalhar. Os Judeus não têm experiência nisso: porque se mostraram inúteis para o trabalho, eles tornaram-se apropriados para serem mortos. Eu sei que muitas pessoas respeitam os Judeus e vêem a sua vida como honorável. Eu exorto-vos por isso a colher esse preconceito depravado pelas raízes. Já disse que a sinagoga não é melhor do que um teatro. Na verdade, a sinagoga não é apenas um bordel e um teatro, mas também um antro de ladrões e abrigo para selvagens. E não apenas para selvagens mas mesmo para selvagens impuros.»

Quem terá proferido estas aleivosias? Hitler? Algum dos seus apaniguados?

Não. Foi João Crisóstomo, canonizado pela Igreja Católica.

Sobre esse inclemente se pronunciou o Papa Bento XVI, no dia 19/9/2007, afirmando que ele foi " um pastor de almas em tempo integral".

Por várias razões, não tenho apreço pelo Papa Bento XVI. A subsistência e aplicação da "Crimen Sollicitationis" é apenas uma delas.

O louvor a João Crisóstomo só vem reforçar a minha apreciação…


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