O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 11 de Março de 2010

Não ataques o que os outros fazem. Defende, antes, aquilo em que acreditas.

 

 

Neste ponto, a vida anda ao contrário do futebol: a defesa é o melhor ataque, a mais bela postura.

 

 

Quem passa o tempo a atacar é porque nada tem a defender.

 

 

Defende os teus pontos de vista. Sê positivo. Sereno.

 

publicado por Theosfera às 10:16

De António a 11 de Março de 2010 às 16:44
Deus veio ao mundo, em Jesus Cristo, para condenar ou para salvar ? Andei a estudar as supostas " aparições marianas" e, a maioria delas, parecem-me muito pouco credíveis, exceptuando alguns escassos casos que me deixaram a reflectir. Todas aquelas aparições, atribuídas a Santa Maria, em que a Entidade referia que o seu filho iria aplicar castigos gerais se os seres humanos não se convertessem, fizessem penitência e rezassem muitos rosários, passei à frente. É de tal forma absurdo admitir que Deus, através de Santa Maria, pudesse fazer chantagem emocional sobre os Seus filhos, que esses eventos nem merecem que se perca precioso tempo a analisá-los. Tanto mais que poria em causa a natureza eminentemente individual do pecado humano, descontando a bizarria conceptual do “ Pecado Original”. Alguns outros casos já se me afiguram dignos de ponderação. Todos aqueles em que essa coacção moral não ocorresse. Isto porquê ? Porque me lembrei da passagem dos Evangelhos em que Tiago Maior e João Evangelista acompanharam Cristo a terra de samaritanos e estes lhes interditaram a entrada. João e Tiago viram, neste facto, uma afronta a Cristo e exprimiram sua indignação com estas palavras: "Queres, Senhor, que mandemos cair fogo do céu sobre esta cidade, para consumi-la?" Jesus, porém, repreendeu-os dizendo: "Vós não sabeis de que Espírito sois! O Filho do Homem não veio para perder, mas para salvar as almas" (Lc 9,54). A mesma atitude misericordiosa, assumiu Cristo no episódio da mulher adúltera. Daqui concluo que Deus não muda de entendimento como nós, humanos, mudamos de caprichos. E a nossa imaginação para ofendermos Deus, atribuindo-lhe comportamentos extravagantes, pensando-O sob a forma de um demiurgo satânico, é clamorosamente impenitente. Estou certo que Cristo, em relação a estas visões obnubiladas, também nos diria: “ Vóis não sabeis de que Espírito sois ! “…


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