O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Terça-feira, 09 de Março de 2010

O Apóstolo João diz e repete: «Deus é amor» (1 Jo 4, 8.16).

 

O Padre François Varillon, que passou a sua vida a orientar retiros, acentuava com a maior ênfase: «Deus não é senão amor».

 

Quando a Bíblia identifica Deus com o amor, como explica o Santo Padre a abrir a sua primeira encíclica, não está a excluir nada. Está a integrar tudo.

 

Dizer amor é dizer verdade, justiça, paz, bondade, perdão, acolhimento, testemunho.

 

O amor não é excludente. O amor é inclusivo, abrangente, envolvente.

 

Não deixa de ser significativo que a Bíblia tenha encontrado no amor a identidade de Deus.

 

O mesmo Apóstolo João, quando quer certificar o amor de Deus, diz que Ele nos deu o Seu próprio Filho (cf. Jo 3, 16).

 

O amor vai ao ponto de oferecer o melhor e de dar a vida.

 

Por isso é que Jesus, a revelação suprema do amor de Deus, nos adverte de que é pelo amor que seremos julgados (cf. Mt 25).

 

Por isso é que, segundo a Tradição, o referido Apóstolo João, quando convidado a falar, apenas dizia: «Filhinhos, amai-vos uns aos outros».

 

Alertado para a monotonia da mensagem, ele respondia invariavelmente: «Só o amor é necessário».

 

Por isso é que Jesus nos deixou um único legado em forma de mandamento: «Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei» (Jo 15, 12).

 

O amor é mesmo tudo. O amor contém tudo. O amor tem de estar em tudo. Na oração e na solidariedade. Na vida pessoal. E na vida comunitária. No relacionamento pessoal. E nas relações entre os povos.

 

Tudo tem de estar envolvido pelo amor. Paulo confessava: «Se não tiver amor, nada sou» (1Cor 13, 2).

 

A própria justiça, tão necessária nos tempos que correm, é, ela mesma, filha do amor.

 

Se Deus é amor e se nós somos a Sua imagem e semelhança, só o amor há-de prevalecer em nós e entre nós.

 

Só amor. Sempre o amor. Em forma de palavra. Em forma de gesto. Em forma de vida.

publicado por Theosfera às 16:28

De António a 9 de Março de 2010 às 20:24
Deus é Amor. Mas as religiões, todas as religiões, não O vêem exclusivamente nessa Divina Dimensão. Dizem que sim. Mas falar é fácil. Serem consequentes com esse postulado é que é mais difícil. Andei a estudar as alegadas " aparições marianas" e, do que até agora li, fiquei estarrecido. Perguntei-me: " Meu Deus, como é possível conceberem- Te de forma tão tortuosa e inclemente ?" Não há maior pecado do que aquele que se comete contra o Espírito Santo, contra o verdadeiro Deus. Não contra aquela falsa concepção de Deus, que nada transparece de Amor, antes se apresenta como um demiurgo satânico. Agora entendo porque há tantos ateus...


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