O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sexta-feira, 03 de Janeiro de 2014

Estranho mundo em que diminui a inocência e não aumenta a maturidade.

Aliás, pensando bem, a maturidade está na inocência.

A inocência não deveria ser um exclusivo dos mais pequenos. A maturidade não deveria ser confundida com manha, com calculismo, com capacidade de enganar.

Maduro era Teixeira de Pascoaes quando, segundo Eugénio de Andrade, disse: «Enganei-me muitas vezes, mas nunca menti».

É claro que muitos o acoimarão de ingenuidade. Mas o que sobressai é a autenticidade.

O problema é que, não ganhando inocência, muitas pessoas quedam-se pela infantilidade.

Há quem seja crescido e não seja maduro. Há quem tenha idade de adulto e continue infantil.

Nunca percamos a inocência, mas não queiramos ser eternamente infantis ou adolescentes!

publicado por Theosfera às 10:49

De Anónimo a 3 de Janeiro de 2014 às 15:15
Quando o nosso pensamento, o nosso coração, a nossa visão, a nossa alma, os nossos actos, as nossas atitudes perdem a candura da inocência, o nosso caminho da vida torna-se abrolhoso.


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