O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Domingo, 07 de Março de 2010

Acerca de Deus, o primeiro (e fundamental) trabalho é desconstruir.

 

As ideias que temos acerca d'Ele pouco (ou nada) correspondem a Ele.

 

Aliás, João já nos previne no prólogo do Evangelho que escreveu: «A Deus ninguém jamais O viu; o Filho único, que estava no seio do Pai, é que no-Lo deu a conhecer».

 

Muitas vezes, pensamos num Deus castigador, num Deus vingativo, num Deus cruel. Era o que corria no tempo de Jesus. O Evangelho deste Domingo dá-nos conta disso.

 

Os que são perseguidos e mortos estão a receber castigo? Por amor de Deus! 

 

Deus não está com os que oprimem, mas com os oprimidos.

 

A adversidade não é castigo; é oportunidade.

 

Deus, aquele que é e aquele que está, é a chama de que nos fala o livro do Êxodo: arde, mas não queima; ilumina, mas não extingue.

 

É Deus que toma a iniciativa. É Ele que nos chama. É Ele que nos ama.

 

Já reparamos no mal que, em nome de Deus, podemos fazer a Deus?

 

Deixemos que Deus seja Deus. E Deus é amor. Só. E sempre! 

publicado por Theosfera às 16:00

De Cristina Bernardes a 7 de Março de 2010 às 18:29
Um abraço cheio de amizade, mais uma semana a começar...
Boa semana para todos...

De Theosfera a 7 de Março de 2010 às 19:28
Muito obrigado, Dra. Cristina. Uma feliz semana também para si, para todos os seus e para o Colégio. Deus a abençoe. Muita paz no Senhor Jesus. Abraço amigo.

De António a 7 de Março de 2010 às 20:58
Só recentemente tive acesso a uma das imagens da Santa Face de Mannoppelo, e que publiquei no meu espaço de intervenção. Confesso que é, para mim, a mais fascinante imagem, atribuída ao rosto de Jesus de Nazaré, alegadamente produzida por directa Intervenção Divina. Essa imagem foge aos estereótipos da iconografia de Cristo, tal como tem vindo a ser reproduzida ao longo dos séculos. Entre essa imagem e a de Cristo, tal como representada pelo actor James Caviezel, no polémico filme " A Paixão de Cristo", a distância é enorme. Mas é à de Mannoppelo que eu intimamente adiro. É uma imagem profundamente bela e comovente. De Cristo infinitamente simples, cândido, bondoso. Correspondendo totalmente à revelada na visão profética de Isaías, no capítulo 53 do seu Livro. Se essa imagem reproduz o Rosto de Cristo, estampado no Véu de Verónica, então ela identifica-se completamente com a do Deus Manso que me fala ao coração. Esse Deus Soterrado no fundo de um poço muito fundo. Bento XVI foi ver essa imagem em 1/6/ 2006 e, sem afirmar nem negar a sua Proveniência Divina, produziu, no discurso então proferido, duas frases do melhor Cristianismo e que aqui desejo enaltecer e destacar:

“Isto é, vive em Deus já nesta terra, atraído e transformado pelo esplendor do seu rosto. Esta é a experiência dos verdadeiros amigos de Deus, os santos, que reconheceram e amaram nos irmãos, especialmente os mais pobres e necessitados, o rosto daquele Deus longamente contemplado com amor na oração.”

"Portanto, para entrar em comunhão com Cristo e contemplar o seu rosto, para reconhecer o rosto do Senhor no dos irmãos e nas vicissitudes de todos os dias, são necessárias "mãos inocentes e corações puros"

Quem doravante, dos domínios da “ortodoxia” católica, quiser negar que o Rosto de Deus deve ser especialmente contemplado nos nossos "irmãos " mais pobres e necessitados", terá também que chamar " relativista" e "herege" ao Papa Bento XVI...

De Nova Evangelização Católica a 8 de Março de 2010 às 04:47
+ + +

Reverendo Senhor Padre João António Teixeira

Eis a minha sincera e sucinta opinião sobre este seu estranho artigo, respeitando muito embora a sua opinião pessoal e sacerdotal:

1 - Ninguém sabe exactamente, nem aproximadamente sequer, quem é Deus; porém, sabemos bastante bem (se bem interpretado, em conformidade com a exegese do Magistério e com a sã Teologia) tudo aquilo que Ele mesmo Se dignou revelar-nos, em especial através do Seu Santo Evangelho, a Sua própria e directa Palavra, por Excelência.

2 - Para além de tudo o mais - e felizmente, para todos nós Cristãos, já não é nada pouco! -,
pois Ele disse-nos até, claramente: «Quem vê a Mim, vê ao Pai (que está no Céu)»...

[Atenção: Aquele pouco texto sagrado que neste género de mensagens vier a citar é, essencialmente, em função do seu sentido, o mais fielmente possível, nas respectivas passagens da Sagrada Escritura, e não tanto nas palavras exactas que constam na respectiva tradução genérica. No entanto, se cometer algum lapso de interpretação menos curial, agradeço que me chamem à devida atenção].

3 - «Desconstruir»... exactamente o quê e como?
V. Rev.ª também já não acredita, porventura, na sólida e perfeita Construção da Igreja, em dois mil anos de Cristianismo católico, apostólico e romano?
Tem, por acaso, sérias dúvidas em relação, por exemplo, a alguns Dogmas católicos, ou a um só que seja?
Quais ou qual, por exemplo? E porquê?

4 - As ideias que temos, se correctas, «pouco» nos dizem em relação a Deus; mas também... «nada»?
Não concordo, obviamente.
Pela Revelação e pela Fé, dizem-nos bastante, ou seja, quanto baste.
Pelo menos, dizem-nos o suficiente para sermos salvos eternamente, se assim o quisermos, claro.
Não chamem a isso "pouco", e menos ainda "nada", por amor de Deus, o que seria, quanto a mim, uma enorme ingratidão, para além de soberba ou falsa humildade.

5 - S. João Evangelista, aqui, exagerou/filosofou um pouco, certamente no bom sentido, uma vez que «quem vê o Filho vê o Pai», e vice-versa.
Ou Jesus Cristo não fosse, porventura, o único e verdadeiro Deus, embora sob a Natureza Humana, mas exactamente a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade.
Aliás, o próprio Evangelista João desfaz esse aparente 'paradoxo', quando acrescenta: «O Filho único, que estava no seio do Pai, é que no-Lo deu a conhecer»...
Em que ficamos, afinal, se realmente «Ele no-Lo deu a conhecer»?

6 - Esta sua frase ["Deus castigador, Deus vingativo, Deus cruel..."] parece-me bastante insólita (ou mesmo um pouco chocante); com o devido respeito, desculpe lá, senhor Padre João.
Até quase parecia - como aliás, para mim, infelizmente já não é surpresa nenhuma! - o inveterado relativista António a 'desancar' nos católicos (sobretudo nos bons Conservadores, como eu, graças a Deus!), ou seja, a desmontar ('desconstruir'), a deturpar, a distorcer, a adulterar, ao máximo (quase sempre com os mesmos chavões e ideias fixas!), como infelizmente tais 'relativistas de algibeira' (mais pagãos do que cristãos!) o sabem fazer ardilosamente (embora muito mal!) em quase tudo, amoralmente, anticlericalmente, anticatolicamente, e consequentemente, anticristamente!...

7 - Quem pensa, afinal num Deus «castigador... vingativo... cruel»?!
Que o António pense assim, ainda se compreende (embora não se admita); agora... também o senhor Padre João António?!
Embora já suspeitasse disso mesmo - pelo seu exagerado e indiscreto apoio ao mesmo "relativista e herege" de serviço -, recusava-me a acreditar, mas agora, com estas suas estranhas palavras, já quase não tenho mais dúvidas, decepcionada e infelizmente...
Lamento-o profundamente, sobretudo por si mesmo, senhor Padre João!

(Continua na 2.ª Parte)

J. Mariano
--

De António a 8 de Março de 2010 às 17:47
"Até quase parecia - como aliás, para mim, infelizmente já não é surpresa nenhuma! - o inveterado relativista António a 'desancar' nos católicos (sobretudo nos bons Conservadores, como eu, graças a Deus!)"

Sabe, José Mariano, para mim também não é surpresa este seu estranhíssimo arrazoado. Você vive num mundo concentracionário de imagens religiosas, mas que, de tão obsessivamente repetidas, no seu blogue, se tornam claramente em reiteradas manifestações de iconolatria. Você parece viver atormentado com o pavor do Inferno físico e eterno de chamas crepitantes, temendo lá ir parar, juntamente com os demónios em figuras de animais asquerosos. E não tenho dúvidas que lá imagina o Diabo, com os seus habituais cornos iconófilos, a reinar por toda a infernal Eternidade. Lamentavelmente, você não faz o menor esforço para entender os Evangelhos na sua linguagem imensamente metafórica, simbólica e parabólica. E quem o lê a falar, mais parece traduzir a visão literalista das Testemunhas de Jeová, as quais, aliás, costumam apresentar-se como pessoas doces e amáveis, nos antípodas da personagem caceteira em que você, amargamente, se tornou. São pessoas como você que conduziram o Catolicismo à visão deprimente em que se tornou, evocando, de forma sistemática, uma concepção de Deus, que nada tem a ver com a Natureza Infinitamente Bondosa de Deus, mas com um demiurgo perverso e irascível, que Deus nunca poderia ser. A pedra de toque dessa visão distorcida de Deus, decorrente de uma perspectiva exclusivamente literalista de passagens do Novo Testamento, assenta no dogma do Inferno, naquela absurda e trágica efabulação de um Deus justicialista. Que não mexeria uma palha para retirar desse imaginário local de brasas ardentes muitos dos Seus próprios filhos. Como é por demais evidente, Deus nada tem que ver com essa visão tenebrosa. Mas você e muitos dos que seguem essas pisadas ,sim. São imensamente responsáveis por terem soterrado Deus no atoleiro da vossa infeliz antropomorfização. Criaram Deus à imagem da mediocridade e mesquinhez humanas. E, em vez de terem a Humildade de repensarem tão insólitas concepções divinas, ainda se ufanam em tentar " excomungar" todos quantos não partilham dessas medíocres visões. Aferido pelo critério da Bondade de Deus, o herege e o relativista é você. Mas o Concílio Vaticano III está em marcha e o seu surgimento será inevitável e imparável. Deus vai deixar de estar soterrado no poço fundo da ignorância humana...

De Nova Evangelização Católica a 8 de Março de 2010 às 04:54
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Reverendo Senhor Padre João António Teixeira


(Segunda Parte)

8 - «O Evangelho deste Domingo dá-nos conta disso»?
Exactamente em quê, e porquê? Podia elucidar-me devidamente?
E o que tem a ver, porventura, o infeliz facto dos 'dissidentes' julgarem que os fiéis (ou ortodoxos) católicos pensem assim (salvo raras e infelizes excepções), com o facto dos mesmos bons e fiéis católicos pensarem correcta e piamente, em conformidade com a actual Doutrina do Magistério, ou seja, pensarem realmente, tal como eu mesmo (embora infelizmente tenha outros defeitos) num Deus infinitamente Misericordioso, mas concomitantemente, em perfeito equilíbrio e harmonia, Sabedoria e Santidade, num Deus igualmente, infinitamente, Justo, Justíssimo?

9 - Não é Deus, como aliás, no início da sua mensagem em questão, dá a entender (embora dum modo, quanto a mim, algo complexo, confuso ou metafórico), um Ser quase totalmente Insondável, embora de imensa Sabedoria, Poder e Majestade, assim como de imensa e perfeita Justiça, Clemência e Bondade, para além de total e absoluta Santidade?
Em Deus, não caberão, homogénea e conjuntamente, todos esses (e muitos mais!) sagrados Atributos, aliás todos eles por Ele mesmo revelados?!

10 - Se sim, por que será que Deus deveria ser, apenas, SÓ AMOR (e nada mais!), por mais rica e preciosa que seja a infinita, mas não única, Misericórdia Divina?
Não seria isso praticamente o mesmo que reduzir, abusiva e temerariamente, miserável e mesquinhamente - e talvez ainda sacrilegamente! - a imensidão e infinitude do nosso Criador e Senhor, Redentor e Salvador?

11 - Por que é que V. Rev.ª se deixa influenciar tanto, aparente ou realmente, por mentes algo insanas ou ateístas, negativas ou anticlericais, falaciosas ou anticatólicas, perversas ou anticristãs?!
Assim como por filosofias e teologias dissidentes, modernistas, rebeldes, heréticas?!
Assim como por autores e pensadores ateus, agnósticos, pagãos, progressistas, anticlericais
reformistas, relativistas, tantas vezes tendenciosos e levianos, materialistas e perversos?
Porquê cita muitíssimo mais autores ateus e agnósticos, do que católicos e santos?

12 - Será porque o senhor Padre acha que não temos ainda Santos e Heróis, Místicos e Mártires - pelo menos entre a miríade de tantos beatificados e os canonizados! -, em número suficiente, a fim de podermos honrá-los e imitá-los, pedindo a sua benéfica intercessão, ou pelo menos para, justamente, dar-lhes o devido crédito e mérito, dado que a Igreja crê piamente na Comunhão dos Santos, a começar naturalmente pela Santíssima Virgem Maria, como verdadeira Mãe de Deus e nossa Mãe?

13 - Senhor Pe. João António, quem foi que lhe disse que «os que são perseguidos e mortos estão a receber castigo»? Castigo eterno, depreendo eu.
Francamente, não percebo nada deste sua estranha afirmação...
A não ser que se refira às pessoas más e perversas que, morrendo em pecado mortal, deliberadamente, ficam automaticamente condenadas ao Inferno - ou à ausência total e perpétua de Deus (pena principal!), tal como nos ensina a Santa Igreja e o Catecismo Católico...
É isso? Se for, qual o motivo do seu espanto ou indignação?

14 - Acaso podemos nós, pobres criaturas e grandes pecadores, regular, ou comparar, a insondável e Suprema Justiça de Deus pela (ou com a) mera 'justiça humana' -- esta, sim, quase sempre deturpada, omissa ou exagerada, tantas vezes extremamente violenta, cruel e desumana, enquanto os maiores criminosos geralmente ficam livres, impunes, ou são considerados inimputáveis?!

(Conclui na 3.ª Parte)

J. Mariano
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De Nova Evangelização Católica a 8 de Março de 2010 às 05:02
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Reverendo Senhor Padre João António Teixeira

(Terceira e última Parte)

15 - Sim, diz V. Rev.ª muitíssimo bem: «Deus não está com os que oprimem, mas com os oprimidos», e... «a adversidade não é castigo; é oportunidade»...
Mas... quem diz o contrário?
Certamente não são os bons e fiéis católicos, de contrário deixá-lo-iam de ser, logicamente.
Eu, pelo menos, penso exactamente assim, como V. Rev.ª aqui diz, aliás baseado nas Bem-aventuranças, nas parábolas do Rico Avarento, do Filho Pródigo, etc.

16 - E mais: Por pensar exactamente assim, ou aproximadamente, é que eu acredito, piamente, que os pobres e o marginalizados da sociedade, assim como os doentes e deficientes, etc, são os maiores 'felizardos' deste mundo, pois já têm, se quiserem e fizerem por isso, a Reino do Céu, a Vida Eterna, quase garantido/a, tal como prometeu o próprio Senhor Jesus...

17 - Como sendo assim, porquê, então, tanta preocupação, tanto esforço, tanta ansiedade, tanta obsessão, com os pobres e doentes de bens materiais e corporais, pessoais e sociais, sendo que a maior riqueza é, efectivamente, a saúde moral e espiritual; ao ponto de se preocuparem muitíssimo mais com aquela, em detrimento desta; ao ponto de porem sempre, ou quase sempre, o próprio Deus em último lugar, ou ignorá-Lo completamente, sob o falso ou metafórico pretexto de Deus se encontrar, sempre e indistintamente, em tais necessitados de bens materiais ou físicos, mesmo que eles vivam em pecado mortal, hostilizando e desprezando o mesmo Deus; ao ponto de desprezarem ou discriminarem a Salvação eterna dos ricos e remediados economicamente, como se estes fossem os párias de Deus, ou como se Ele fizesse acepção de pessoas?!

18 - Sinceramente, não compreendo o verdadeiro motivo de procedimento tão insólito e estrambótico (pelo menos), na medida em que isso me parece um grande paradoxo, um autêntico sofisma, quando não mesmo refinada hipocrisia, à revelia da verdadeira e santa Doutrina Cristã, ou seja, da própria Palavra de Deus... !?

19 - De facto, «é Deus que toma a iniciativa. É Ele que nos chama. É Ele que nos ama»...
De acordo. Mas... e se o homem pecador faz orelhas moucas, vista cega, coração duro... como trágica e geralmente acontece, valendo-se do seu 'livre-arbítrio' (neste caso da sua infame e perversa liberdade!), então, em que ficamos?
Deus, porque deveria ser "apenas Misericórdia - SÓ AMOR! - e jamais Justiça" (embora todos nós sejamos exactamente o contrário disso!), já tem, mesmo assim ou só por isso, de salvar eternamente também essas pessoas traiçoeiras, ingratas e renegadas (sem qualquer tipo de arrependimento!), concedendo-lhes o mesmo eterno Galardão, apenas próprio dos justos e dos santos que, estes sim, tanto se esforçaram por merecê-lo, tantas vezes à custa da própria vida?!

20 - «Já reparámos no mal que, em nome de Deus, podemos fazer a Deus? - interpela, justamente, o senhor Padre João.
E eu respondo com outra pergunta, ainda talvez mais drástica e terrível que a anterior:
- Já reparámos no mal que, em nome de Deus, podemos fazer ao Próximo, mormente no sentido de contribuirmos, advertidamente, para a sua eterna condenação, no Inferno eterno, tal como nos ensinam as Sagradas Escrituras, tal como revelou o próprio Filho de Deus, dezenas de vezes, e tal como ensina e sempre ensinará a Santa Madre Igreja?


V/. Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!
R/. Para sempre seja louvado e Sua Mãe Maria Santíssima!

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José Mariano - N. E. C.
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