O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quarta-feira, 13 de Novembro de 2013

Os maiores problemas da humanidade gravitam em torno da posse. As mais violentas disputas giram à volta da propriedade.

Mas, pensando bem, todos nós acabamos por laborar numa ilusão. Porquê tanta insistência no que é nosso se nem nós somos nossos?

Sto. Agostinho, que nasceu neste dia em 354, já perguntava: «Que coisa há mais tua que tu mesmo? E que coisa há menos tua que tu próprio?».

Por sua vez, S. Paulino de Nola (que nasceu um ano depois de Sto. Agostinho e morreu também um ano depois dele) questiona: «Que poderemos considerar como nosso se nós mesmos não somos nossos?»

Tudo seria tão diferente (e, sem dúvida, melhor) se, nos pequenos actos, pensássemos nas grandes questões!

publicado por Theosfera às 10:55

De Anónimo a 13 de Novembro de 2013 às 17:57
"Da multidão dos que creram, uma era a mente e um o coração. Ninguém considerava unicamente sua coisa alguma que possuísse, mas compartilhavam tudo o que tinham. Com grande poder os apóstolos continuavam a testemunhar da ressurreição do Senhor Jesus, e grandiosa graça estava sobre todos eles. Não havia pessoas necessitadas entre eles, pois os que possuíam terras ou casas as vendiam, traziam o dinheiro da venda e o colocavam aos pés dos apóstolos, que o distribuíam segundo a necessidade de cada um."

Atos 4:32-35

Àqueles que se insurgem contra a socialização da riqueza e que se dizem católicos, mas que nunca se opõem aos desmandos do capitalismo, talvez não fizesse mal pensarem que os apóstolos de Cristo também se preocuparam com as questões de ordem social e material. Há católicos que claramente se colocam do lado da justiça social, mas há outros que estão sempre do lado dos opressores e que nunca levantam a sua voz contra as diatribes do liberalismo económico. Cristo estaria certamente do lado daqueles que, em Portugal e no mundo, sofrem as agruras da selvajaria capitalista, não contra aqueles que reclamam a subsistência do estado social.

De Anónimo a 13 de Novembro de 2013 às 22:24
A luta de todos os oprimidos deve ser também a nossa luta, mormente dos católicos. Jesus assim fez.

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