O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quarta-feira, 03 de Março de 2010

A diversidade não atenta contra a unidade. Mas temos de ter presente aquilo em que a unidade tem de prevalecer a todo o custo.

 

 

Gregório de Nissa, teólogo do século IV, estudando o discurso da última ceia de Jesus, diz com toda a clareza: «Entre as palavras que Jesus pronuncia, há uma que é a mais importante e como que a fonte e compêndio de tudo o mais. É aquela em que Ele adverte os Seus para que nunca mais se encontrem divididos por divergência alguma no discernimento das opções a tomar, mas, pelo contrário, sejam um só coração e uma só alma, procurando, acima de tudo, a união com aquele único e sumo bem».

 

 

Sem unidade nas opções fundamentais, nenhum corpo consegue crescer, nenhuma mensagem consegue passar, nenhum projecto consegue convencer.

 

 

É de sempre. Vem de Cristo!

 

publicado por Theosfera às 11:18

De António a 3 de Março de 2010 às 14:15
O que nos aproxima identitariamente em Cristo não é o Catolicismo mas o Cristianismo. A verdadeira Igreja de Cristo está nos cristãos. Em todos os cristãos. Essa é a mais abrangente Ecclesia de Cristo. E cada um de nós é " Pedro" , porque cada cristão é a Pedra sobre a qual Cristo edificará a Sua Igreja. A Igreja Católica tem o pleníssimo direito de se arrogar o que muito bem entender. De manter dogmaticamente o que considerar correcto. De abraçar ou não os princípios do Ecumenismo afirmados no CVII. Mas a Unidade, a verdadeira Unidade, faz-se na busca do maior denominador comum, que existe entre todos os cristãos. Não se faz com caceteirismos intolerantes e falta de respeito pelas opiniões distintas. Não se faz pela monopolização de uma única visão interpretativa e de uma única exegese. A Igreja Católica tem uma notável Obra, feita por incontáveis e generosos católicos que deram o melhor de si à causa de Deus e da Humanidade. Mas há uma abissal diferença entre o Papa Inocêncio III e o Papa João Paulo I, que simbolizam o pior e o melhor da Igreja Católica. Há quem ainda hoje prefira o Papa Inocêncio III. Mas são cada vez mais aqueles que, católicos ou simplesmente cristãos, se revêem na simplicidade, na candura e na bondade de João Paulo I e não na intolerância persecutória de Inocêncio III...


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