O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sexta-feira, 01 de Novembro de 2013

Como muita gente neste dia, também fui ao cemitério.

Também rezei no cemitério. Também chorei no cemitério. Também sorri no cemitério.

O cemitério, de certa forma, é um lugar onde os mortos pós-vivem e os vivos pré-morrem.

Sentimos que onde os mortos já estão nós também estaremos.

Prefiro, no entanto, pensar que o cemitério é sobretudo um lugar onde se (re)nasce.

A sepultura sabe a morte, mas também pode saber a vida.

Ela é uma espécie de berço que acolhe o nosso nascimento para Deus, para a vida eterna.

Nada disto é fácil. Mas tudo isto acaba por ser belo.

Sim, reconheço que se trata de uma beleza sofrida, envolta em lágrimas.

Hoje, uma vez mais, recordei os ideais vivos de tantos mortos. E lembrei os ideais nada mortos de tantos vivos.

Porque, no cemitério e à sua volta, há tanta gente de lágrima na face. Mas com um sorriso amigo que volta a acender a chama pura da nossa infância. E dos ideais que nela amanheceram!

publicado por Theosfera às 20:59

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