A beleza vem à porta, mas costuma preferir ficar em casa, resguardada.
A beleza trabalha para que os frutos possam surgir.
Cervantes reparou: «A formosura da alma campeia e denuncia-se na inteligência, na honestidade, no recto procedimento, na liberalidade e na boa educação».
O aparato ilude, a aparência engana. Só a coerência ilumina!

