O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 28 de Setembro de 2013

Eis o grande companheiro de jornada na viagem que fazemos pelo tempo: o erro.

É ele que nos acompanha, mesmo quando o pretendemos afastar.

Acompanha-nos quando andamos desprevenidos. Mas não nos deixa de visitar quando nos sentimos precavidos.

Luc de Clapiers era mesmo de opinião que «ninguém está mais sujeito ao erro do que aquele que só age depois de ter reflectido».

Mas, ao menos, esse ainda saberá que erra.

Quem reflecte, pode errar. Mas quem não reflecte, erra com certeza.

E, pior, nem se apercebe do erro!

publicado por Theosfera às 11:25

De Anónimo a 28 de Setembro de 2013 às 20:05
Agradeço a delicada resposta, mas mantenho e reforço o entendimento perfilhado no meu comentário inicial. Marcos 16:16, do meu ponto de vista, possui uma descrição suficientemente clara para não necessitar de apelo a qualquer tipo de interpretação exegética, simbólica ou metafórica, para além daquela literalidade que, dessa passagem evangélica, inquestionavelmente resulta. No entanto, devo acrescentar que comecei a nutrir uma forte e crescente admiração pela pessoa do papa Francisco, um homem simples e afável, que veio trazer uma grande e terna esperança a este mundo tão desumano e cruel. E essa admiração só é reforçada pelo facto de, objectivamente, a posição do papa Francisco contrariar a passagem de Marcos 16:16.


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