O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 21 de Setembro de 2013

É costume associar a beleza à infância, à juventude, à robustez.

Daí a tendência (quase a obsessão, em alguns casos) para prolongar a juventude, para retardar o envelhecimento.

Não nos apercebemos de quanta beleza há na velhice.

No passo pausado. No andar pesado. No caminhar devagar. Na lágrima furtiva. No olhar dorido. Nas cãs luminosas. Na calvície reluzente. Na sabedoria acumulada. Na subtileza mostrada. Na paciência notada. Nos silêncios eloquentes.

A verdadeira beleza não virá mesmo pela tarde?

publicado por Theosfera às 12:07

De Anónimo a 21 de Setembro de 2013 às 12:43
Inteiramente de acordo. Nada melhor do que a velhice para nos ajudar a ver tudo mais claro, mais resplandecente, mais luminoso, graças à experiência que se foi adquirindo ao longo dos anos. Razão tem o provérbio quando diz: "Se o velho pudesse e o jovem soubesse não haveria nada que se não fizesse".


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