O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quarta-feira, 21 de Agosto de 2013

«Esta pessoa é boa», ouve-se. «Esta pessoa é má», escuta-se.

O curioso é que, muitas vezes, coisas tão díspares são ditas acerca da mesma pessoa. Como é possível tamanha discrepância?

Nem os outros nem nós somos objectos; por isso não conseguimos ser totalmente objectivos.

Os outros e nós mesmos somos sujeitos; nessa medida, seremos sempre subjectivos.

É neste sentido que, no fundo, começamos a ver os outros não como eles são, mas como nós somos.

Habitualmente, é muito tarde quando em nós se imprime o que os outros efectivamente são.

A sensação dominante é a decepção.

Geralmente, leva muito tempo a que o lado escondido se revele.

Há quem encene muito bem. Só que a vida não é um palco contínuo.

E acaba por chegar o momento em que aquilo que está dentro salta cá para fora!

publicado por Theosfera às 12:06

De Anónimo a 21 de Agosto de 2013 às 17:16
Concordo inteiramente Senhor Doutor. E quantas desilusões e decepções não apanhamos ao longo da vida?! Há pessoas que são tão crucificadas pelos outros, que por vezes chego a pensar: qual o crime que esta pessoa cometeu para ser tão crucificada?! Mas o importante é o que Deus sabe acerca de nós, o nosso relacionamento com Ele através dos outros, e não o que os outros pensam que somos.


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