Há quem nada veja no mundo senão flutuações.
Robert Ingersoll dizia: «Não há nada no mundo, nem recompensa, nem castigo, o que há são consequências».
O problema é que as pessoas não são acidentes químicos nem meros elementos biológicos.
As pessoas são pessoas. Têm percepções e muitos sentimentos.
Há consequências que se inscrevem ora como recompensas, ora como castigos!

