O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Segunda-feira, 29 de Julho de 2013

Os nossos tempos são de uma sofreguidão arfante. Nem no descanso parecemos repousar.

Todos competimos pela última novidade. Todos naufragamos num imenso oceano de insatisfação.

De facto, há muita coisa que prescreve. Mas será que todo o passado está esgotado?

Um pouco de sensatez poderia não resolver tudo. Mas talvez ajudasse a não complicar mais.

Se algo vai funcionando, porquê trocar o certo pelo incerto?

Pensemos na arte. Alguém considera «demodée» uma escultura de Miguel Ângelo ou uma composição de Bach?

Nem tudo o que é novo é melhor. Nem tudo o que é melhor é novo.

Há que valorizar o presente. Mas sem subestimar o passado.

Nem todo o passado passa!

publicado por Theosfera às 11:30

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