O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Domingo, 21 de Julho de 2013

Ninguém passa ao lado do turbilhão das mudanças. Difícil parece ser conseguir tempo para meditar sobre elas.

E, no entanto, meditar é fundamental, necessário, urgente.

Aliás, meditar, como se deduz da etimologia, é «estar no meio». O problema é que, com tanta mudança junta (e nem sempre conjunta), arriscamo-nos a estar na órbita de quase tudo e no centro de quase nada.

A relação com Deus e com a Igreja também se ressente deste vulcão transformador.

Já não estamos num tempo de militância ateísta. Esta não é uma geração contra Deus nem contra a Igreja. Mas, como observa Armando Matteo, esta é, talvez, uma geração sem Deus e sem a Igreja.

Esta é uma geração que até passa pela Igreja e corresponde às convocatórias da Igreja.

Mas tende a fazê-lo esporadicamente. Parece mais tocada pela realidade de certos acontecimentos do que pelo acontecimento da realidade.

É certo que, como diziam os antigos, não se pode chegar a Deus sem passar pela Igreja. Mas também é verdade que só estaremos plenamente em Igreja se escutarmos ardentemente a voz de Deus.

O grande desafio é o trabalho de cada instante. E não apenas os ajuntamentos de alguns momentos.

Estes podem ajudar. Mas não conseguem esgostar.

São alguma coisa. Mas não são tudo!

publicado por Theosfera às 09:04

De Margarida a 21 de Julho de 2013 às 22:25
www.jesusfala.org aconselho a ver com curiosidade :D

De Anónimo a 22 de Julho de 2013 às 02:23
Não se pode chegar a Deus sem passar pela Igreja ? Respeitosamente discordo. Só há uma forma de chegarmos a Deus: amando o Próximo. E isso é válido para qualquer ser humano de boa vontade, seja crente, ateu ou agnóstico.

De Anónimo a 22 de Julho de 2013 às 11:01
Pessoas há que, não frequentando a Igreja, têm um comportamento mais cristão do que muitos que a frequentam assiduamente. São pessoas que respeitam os outros como irmãos, são honestas, são sérias, incapazes de trair, serem desleais, incorrectas, mentirosas, hipócritas para com o outro a quem consideram irmão. Cumprem pontualmente todos os preceitos de Jesus. Embora a Igreja seja vital, primordial para um verdadeiro cristão, para um cristão praticante, reconheço que há muitos que não a tentam servir, mas servir-se dela para serem catapultados a posições sociais e outras que tanto ambicionam. O seu deus é o dinheiro,os bens materiais,o embuste, a simulação, e tantas outras coisas que não dignificam minimamente um ser humano, mormente um cristão. São os tais arrivistas de que tão sabiamente falou o Papa Francisco. Mas o importante é que Deus conhece bem as suas ovelhas e, consequentemente, sabe melhor do que nós o íntimo de cada um. A Ele ninguém mente.

De Anónimo a 22 de Julho de 2013 às 23:48
Acreditar em Deus não é o mesmo que ser-se cristão. Pode-se acreditar em Deus pelo mero facto de alguém se encantar com a beleza de uma noite estrelada, contemplar um rio de águas calmas e puras, admirar as gotas de orvalho ou a singela beleza de uma andorinha.Acreditar em Deus não depende, pois, de nenhuma cartilha. Depende apenas do sentimento religioso que brota na alma de cada ser humano. E, para se ser cristão, basta tratarmos cada semelhante como um irmão. Nada mais é preciso. O resto são palavras.


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