O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Segunda-feira, 25 de Dezembro de 2017

A todos os Menino levou o Seu afecto.

De todos o Menino recebeu sentidas expressões de afecto.

Que o carinho pela imagem do Menino nos leve a seguir os passos do Menino da imagem.

Para todos os colaboradores e peregrinos do Santuário, continuação de um intenso (e imenso) dia com sabor a Natal!

Natal coro.jpg

 

publicado por Theosfera às 14:22

Entre mim e minha Mãe está um Menino.

Em nome desse Menino, que mudou o nosso destino, desejamos, nesta tarde fria, um Natal aquecido pela alegria.

Com muita gratidão, agradecemos tantos gestos calor e comunhão.

Que o Menino que minha Mãe está a beijar a todos conceda o que esperam alcançar.

Que seja especial este santo dia de Natal!

Menino a beijar Mãe.jpg

 

publicado por Theosfera às 14:06

 

Silêncio de Belém,

que no mundo acendes a chama da paz e do bem,

inspira o nosso coração também.

 

As nossas vidas de correria

nem sequer reparam na alegria

que destila tanta beleza

nos nossos passos carregados de tristeza.

 

Silêncio de Belém,

de Maria, de José e de Jesus,

faz brilhar em nós a tua luz,

para que percebamos que as trevas do egoísmo

só nos empurram, a todos, para o abismo.

 

Silêncio de Belém,

que acolheste a visita dos pastores,

alivia em tantos as dores,

ampara os que fazem luto

e choram a separação

em lágrimas sofridas de emoção.

 

Silêncio de Belém,

que abriste as portas aos Magos,

inunda este mundo com teus afagos

e faz-nos entender que não é a arrogância nem a violência

que vão melhorar o rumo da existência.

 

Silêncio de Belém,

ajuda-nos a respirar a paz que de ti nos vem.

Faz-nos sempre tão bem

respirar o silêncio que nos vem de Belém!

 

Que saibamos escutar e não apenas falar.

Que comprendamos que comunicar é mais que fazer ruído

e semear mágoas no nosso mundo, já dorido.

 

Silêncio de Belém,

obrigado pela tua eloquência

e por tanta intensidade de vivência.

 

Bastou uma palavra e nada ficou igual.

É essa a palavra que acolhemos no Natal.

 

Silêncio de Belém,

que nos ensinas tanto,

não deixes apagar em nós o encanto.

 

Que a paz da manjedoura

seja eterna, duradoura.

 

Silêncio de Belém,

que hoje sentimos bem perto, à nossa beira,

acompanha-nos sempre, a vida inteira!

 

 

 

publicado por Theosfera às 11:11

Deus da paz,
Vem conter a fúria das armas destruidoras.

Deus da justiça,
Vem libertar as vítimas da opressão.

Deus da fraternidade,
Vem fazer que todos os homens se sintam irmãos.

Deus da esperança,
Vem dar alento aos que se encontram abatidos.

Deus da santidade,
Vem transformar as nossas vidas.

Deus do amor,
Vem socorrer o nosso mundo inquieto.

Deus dos pobres,
Vem enriquecer-nos com a tua humildade.

Deus de todos os homens,
Vem nascer no nosso coração.

Vem, Senhor Jesus!
publicado por Theosfera às 10:41

A. Foi em silêncio que aconteceu o maior milagre

 

1. Afinal, que celebramos no Natal? Com tanta máscara que por aí anda do Pai Natal nem reparamos no rosto límpido e puro de um menino. O «pai do Natal» não é o Pai Natal; o «pai do Natal» é um menino: o Deus-Menino. É por isso que hoje, neste santo dia de Natal, celebramos o maior milagre de todos os tempos. Foi o milagre que transformou o mais distante no mais próximo. Foi o milagre que trouxe a eternidade para o tempo. Foi o milagre que levou o céu a descer à terra. Enfim, foi o milagre no qual Deus Se fez homem. Não há milagre maior. Não há sequer milagre igual. E, no entanto, este milagre — o maior milagre de sempre — foi realizado em silêncio. É espantoso como até o escritor angolano José Eduardo Agualusa notou que «os melhores milagres costumam ser discretos». De facto, assim acontece em Belém. É no silêncio de Belém que Deus ao nosso encontro vem.

Tendo em conta que «milagre» significa «maravilha», há que estar atento ao silêncio de tantas maravilhas e às maravilhas de tantos silêncios. É que tão preocupados andamos com os milagres que desejamos que nem nos apercebemos dos milagres que Deus realiza. Pedimos tantos milagres neste mundo que nem damos conta dos milagres que se realizam a cada segundo. Curiosamente, o referido escritor José Eduardo Agualusa alerta-nos para «os milagres que acontecem a cada segundo». E continuam a acontecer — quase sempre — em silêncio.

 

 

2. Foi em silêncio que Verbo Se fez carne (cf. Jo 1, 14) e que a Palavra chegou ao mundo. É no silêncio, aliás, que a Palavra habita desde sempre. No princípio, antes de o tempo começar a ser tempo, a Palavra estava em silêncio e o silêncio estava na Palavra. E quando, na «plenitude dos tempos» (Gál 4, 4), a Palavra chegou ao mundo, o silêncio também desceu à terra. Porquê? Porque só em silêncio é possível gerar a Palavra. Só em silêncio é possível acolher a Palavra da vida e mergulhar na vida da Palavra.

É este silêncio que, hoje, respiramos. É neste silêncio que, em cada dia, devíamos habitar. Foi o eterno silêncio de Deus que fecundou o eloquente silêncio de Maria. Tudo mudou quando o silêncio falou. As trevas sobressaltaram-se. A noite acordou. Toda a natureza — e não apenas o galo — cantou. A manhã despontou. E o Salvador chegou.

 

B. O Natal é uma explosão de amor

 

 

 

3. Foi assim que, como dizia Santo Agostinho, chegamos «ao dia feliz, em que o grande e eterno Dia, procedente do grande e eterno Dia, veio inserir-se neste nosso dia temporal e tão breve». Neste feliz dia, nasceu Jesus e nascemos nós para Jesus. Nós nascemos quando Ele nasceu. O nascimento de Jesus é o nascimento de todo o corpo de Jesus, do qual nós fazemos parte (cf. 1Cor 12). Assim sendo, o Natal também é nosso. Enfim, o Natal é a festa universal porque é o acontecimento total.

Como refere o Prefácio II da Missa de Natal, «o que foi gerado desde toda a eternidade começou a existir no tempo». O que foi gerado no seio do Pai veio até nós pelo seio de Maria. E foi assim que, como já notavam os escritores cristãos mais antigos, «Um da Trindade Se fez Um de nós». O amor de Deus, o amor que é Deus, não cabe em Deus e explode na criação.

 

 

4. É por tudo isto que este é o dia tão esperado, em que recebemos a visita do Inesperado. Deus não só vem ao encontro do homem, como Ele próprio Se faz homem. E não somente Se faz homem como Se faz homem pobre, homem simples, homem frágil. O sinal de Deus não é a opulência nem a ostentação. O sinal de Deus — dizem os enviados do Céu — é um Menino, «envolto em panos e deitado numa manjedoura» (Lc 2, 12).

Guilherme de Saint-Thierry dá uma explicação luminosa para tudo isto: «Deus viu que a Sua grandeza suscitava no homem resistência. Então, Deus escolheu um caminho novo. Tornou-Se um Menino. Tornou-Se dependente e frágil, necessitado do nosso amor. Agora — diz-nos aquele Deus que Se fez Menino — já não podeis ter medo de Mim, agora podeis apenas amar-Me».

 

C. O que habita lá no alto visita-nos cá em baixo

 

 

 

5. Deus, que habita no alto, visita-nos cá em baixo. É, pois, para baixo que devemos olhar. Deus está no alto (cf. Lc 2, 13), mas quer ser encontrado em baixo. É a partir de baixo que Deus nos olha. Deus não olha para nós, sobranceiramente, de cima para baixo. Deus olha para nós — divinamente — de baixo para cima. E é lá em baixo que continua à nossa espera: lá, nas profundidades da existência, onde a pobreza abunda, onde a injustiça avança, onde a solidão e o abandono não param de crescer.

Eis a lição de Belém. O silêncio de Deus, que falou em Belém, continua a clamar nos pobres também. Quem não os ouve a eles, como pode dizer que O escuta a Ele?

 

 

6. Aquele Menino é tão divino que até quer ser humano. Aquele Menino é tão humano que só pode ser divino. O Natal é uma explosão de divindade e, ao mesmo tempo, uma persistente lição de humanidade.

Não nos cansemos de fixar os olhos no presépio. Aquele Menino é tão santo que só consegue provocar encanto. É tão cheio de mansidão que os nossos joelhos caem logo em adoração. O Seu rosto destila tanta pureza que até os antípodas aspiram o perfume da Sua beleza. Enfim, a Sua imagem desperta tal ternura que nem há palavras para descrever tamanha formosura.

 

D. Não passemos ao lado do Natal

 

 

 

  1. A imagem do Menino está ali. Mas o Menino da imagem está sobretudo aqui. Vejo Jesus agora e não deixo de O rever lá fora. Ele está na rua, na minha história e também na sua. Está no sofredor, naquele que estende a mão e mendiga amor. Está no pobre, no que não tem pão. Está em quantos vão penando na solidão. O Seu tempo nunca é distante pois a Sua presença é constante. O Seu lugar não é só em Belém, é na nossa vida também. Ouçamos sempre a Sua voz. E nunca deixemos de O acolher em cada um de nós.

 

8. Este é o autêntico «dia inicial inteiro e limpo, onde emergimos da noite e do silêncio e, livres, habitamos a substância do tempo». Sophia tem mesmo razão: «A casa de Deus está assente no chão». Em Jesus, Ele veio para todos. Rejeitar alguém é rejeitar este Jesus, presente nesse alguém. É que os outros também são Seus, também são d’Ele. E, no entanto, há tanto Jesus rejeitado, há tanto Jesus esquecido.

Esquecemos Jesus nos pobres e não nos lembramos de Jesus, que foi sempre pobre. Até no Natal passamos ao lado do Natal. Para muitos, o Natal é um aniversário sem aniversariante. Pertinente é, sem dúvida, o lamento de Jesus pelas palavras poetadas de João Coelho dos Santos: «Senta-se a família/ À volta da mesa./ Não há sinal da cruz,/ Nem oração ou reza./ Tilintam copos e talheres./ Crianças, homens e mulheres/ Em eufórico ambiente./ “Lá fora tão frio, Cá dentro tão quente!”/ Algures esquecido,/ Ouve-se Jesus dorido:/ “Então e Eu,/ Toda a gente Me esqueceu?”».

 

E. Não desliguemos a luz que Deus acende em Jesus

 

 

 

9. Não esqueçamos quem nunca nos esquece. Não esqueçamos Jesus. Não esqueçamos o Seu nascimento nem a Sua morte e ressurreição. Não esqueçamos a Sua mensagem de conversão. Não ponhamos Jesus de lado. Nunca O deixemos abandonado.

Há presépios lindos. Há presépios originais. Há presépios surpreendentes. E até há presépios ao vivo. Faltam, contudo, presépios vivos, que, a bem dizer, são os únicos presépios necessários. São esses que são construídos não nas ruas ou nas casas, mas no coração humano: no meu, no seu, no nosso, enfim, no coração de todos os homens.

 

10. O Natal é belo quando é sonhado. O Natal é lindo quando é cantado. O Natal é encantador quando é tingido de frio e regado de neve. Mas o Natal é melhor quando é vivido, partilhado, abraçado, chorado, humanizado, fraternizado, assumido e derramado no mundo inteiro. Deus veio ao mundo. Acampou na terra para eliminar o ódio e acabar com a guerra. Trouxe, como única veste, a paz e é imensa a alegria que a todos nos traz. Veio em forma de criança. Haverá quem fique indiferente a tanta esperança? Naquele dia, colocaram-No numa manjedoura, perto do chão. Mas, desde então, a Sua morada passou a ser o nosso coração!

Não desliguemos a luz que Deus acende em Jesus. Deixemos brilhar a luz do Natal em cada dia. E nunca esqueçamos que, hoje em dia, o grande Natal é a Eucaristia. Um feliz Natal hoje. Um feliz Natal sempre. Para todos, um santo, luminoso e imensamente abençoado Natal!

 

publicado por Theosfera às 05:32

Hoje, 25 de Dezembro (solenidade do Natal do Senhor), é dia de S. Manuel, S, Natal, Sto. Alberto Chiewolski, Sta, Maria dos Apóstolos, Sta. Inês Fila e Sta. Lúcia.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 01:12

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