O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Segunda-feira, 28 de Agosto de 2017

Achava Confúcio que «o silêncio é um amigo que nunca trai».

Embora não resolva tudo, o silêncio tem o condão de, por vezes evitar que as coisas se compliquem bastante.

Santa Mónica, que muito sofreu com seu marido Patrício, aplicava o silêncio como terapia e como método: «Quando o meu marido está de mau humor, eu esforço-me para estar de bom humor. Quando ele grita, eu calo-me. E, como para discutir são necessários dois e eu não aceito discutir, não nos zangamos»!

publicado por Theosfera às 16:00

 

O turismo tem trazido gente, dinheiro e emprego.

Todos nos alegramos com isso.

Mas é bom que traga também compostura e elevação sobretudo nos ambientes sagrados.

É imperioso respeitar os lugares como eles são. E não é preciso muito perceber que um templo é diferente de uma praça ou de uma praia.

Há passos que têm sido dados, mas há ainda um caminho a percorrer.

É importante que a qualidade não seja empurrada pelo afã da quantidade.

E é fundamental que nunca desliguemos a liberdade da responsabilidade.

Todos ganharemos com isso, e não apenas dinheiro!

 

publicado por Theosfera às 15:58

A natureza de tudo quanto existe deve ser respeitada: a natureza das pessoas e a natureza dos lugares.

Há, no entanto, pessoas que nem sempre respeitam a natureza dos lugares.

E isso deixa uma sensação de desconforto em quem vai à procura de determinados lugares por causa da sua natureza.

É natural que haja ruído num estádio, numa praça ou num bar. Mas numa igreja?

A jovem escritora Raquel Ochoa, assinalou que «uma viagem é boa quando não alteramos o silêncio natural de um lugar».

Há, todavia, quem não se coíba de alterar o silêncio natural e até o silêncio sobrenatural.

«Silentium signum religionis». Enquanto sinal maior da religião, o silêncio é o ambiente congénito do espaço sagrado.

Hoje, contudo, chegamos a um templo e que diferença em relação ao que se ouve na rua?

publicado por Theosfera às 15:57

Tempo de contrastes, o nosso.

As pessoas nunca se despiram tanto por fora e, ao mesmo tempo, nunca se despiram tão pouco por dentro.

Há quem só abdique da roupa. E é assim que, com pouca roupa (mas com o telemóvel, o ipad, o gelado e o chapéu), entram na própria Casa de Deus.

É claro que nada disto é por mal. Mas será que alguma coisa disto é bem?

Quando nem a cabeça se descobre diante de Deus, como é que se há-de descobrir a vida?

Há quem chegue e se sente. Nem uma inclinação. Quem se ajoelha hoje diante de Deus?

Deus não impõe. Nós é que deveríamos (auto)exigir.

É tanto o que Ele é que nós só podemos adorá-Lo.

Não esqueçamos os olhos e os ouvidos.

E usemo-los. Para ver e para escutar o nosso bom Deus!

publicado por Theosfera às 15:55

Muitos incêndios andamos a atear no exterior e no interior.

As chamas que andamos a atear dentro da alma não são menos perigosas.

Há pessoas que parecem descontroladas no que dizem, no que escrevem, no que fazem.

A paz de Deus é a única forma de parar (e vencer) tamanha combustão!

publicado por Theosfera às 15:53

Hoje, 28 de Agosto, é dia de Sto. Agostinho, Padroeiro secundário da Diocese de Lamego, e S. Junípero Serra.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

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