O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Segunda-feira, 23 de Novembro de 2015

Na música, o ritmo diz-me pouco. E a melodia (só por si) também não me diz muito.

O que mais admiro na música é a harmonia, é a capacidade de fazer unidade a partir de tantas diferenças.

A polifonia e a sinfonia mostram como é possível a harmonia.

Se a harmonia é possível na música, que não seja impossível na vida!

publicado por Theosfera às 09:20

O ressentimento nunca é bom. E o mero sentimento também não é suficiente.

O Padre António Vieira notava que «homens governam-se pelo entendimento».

A quem se deixa governar só pelos sentidos o genial escritor dava um nome pouco abonatório.

Onde está, porém, o entendimento tão necessário?

publicado por Theosfera às 09:15

A ressurreição é o centro da fé cristã, mas não costuma estar muito presente na arte cristã.

É relativamente recente a tendência para representar Cristo ressuscitado.

Os cristãos habituaram-se, desde o princípio, a testemunhar a ressurreição com o Crucificado na mão. E faz todo o sentido.

Por um lado, a ressurreição não é representável, não é figurável. A ressurreição está para lá de toda a figuração.

A figuração é uma materialização do que está para lá da materialidade. O Ressuscitado tem corpo, mas é um corpo espiritual.

Daí que ninguém O reconheça à primeira. O Ressuscitado é o mesmo que o Crucificado, mas tem uma configuração diferente.

Por outro lado, o que ressuscita é o mesmo que morre; o que volta à vida é o mesmo que dá a vida. Se não morresse, não ressuscitaria.

Daí que o Crucificado nos acompanhe sempre. Inclusivamente quando anunciamos a Sua ressurreição!

publicado por Theosfera às 09:10

Hoje, 23 de Novembro, é dia de S. Clemente, S. Columbano e S. Miguel Agostinho Pro.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

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