Há 71 anos, foi a «grande invasão».
Hoje em dia, é a «grande evasão». Nem a fé escapa ao contágio.
Tanto se fala do Jesus. Tão pouco se fala em Jesus!
Há 71 anos, foi a «grande invasão».
Hoje em dia, é a «grande evasão». Nem a fé escapa ao contágio.
Tanto se fala do Jesus. Tão pouco se fala em Jesus!
A Igreja não é a luz. A luz é Cristo. A Igreja deve ser sempre o reflexo da luz.
A Igreja não é o dia, é a aurora que antecede (e prepara) o dia.
S. Gregório Magno refere que a Igreja «é chamada aurora porque abandona as trevas do pecado e ilumina-se com a luz da justiça».
De facto, «a aurora ou madrugada anunciam que já passou a noite, mas não mostram ainda todo o esplendor do dia; elas assinalam a transição da noite para o dia e, por isso, têm algo de luz e de trevas ao mesmo tempo».
Nós, os membros da Igreja, somos «como a madrugada ou a aurora, porque já praticamos algumas obras da luz, mas não estamos ainda totalmente livres dos vestígios das trevas».
Chegaremos ao pleno dia «quando estivermos perfeitamente iluminados com o fulgor da sua luz interior».
A aurora vai-se deixando iluminar pela luz do dia. E vai-se deixando aquecer pelo calor do dia!
Hoje, 06 de Junho, é dia de S. Norberto, S. Marcelino Champagnat e S. Filipe, diácono.
Um santo e abençoado dia pascal para todos!