O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Segunda-feira, 30 de Março de 2015

O amor próprio não requer o ódio pelo alheio. Pelo contrário, quanto melhor estamos com os outros, tanto melhor estamos connosco.

Abundam, porém, as identidades de exclusão. O caso mais gritante é o dos nacionalismos que combatem e agridem os outros.

Já dizia Charles de Gaulle que patriotismo é o amor pelo próprio povo e nacionalismo é o ódio pelos outros povos.

Talvez haja um certo exagero. Mas é preciso que aprendamos a conviver.

Gostemos do que é nosso, mas não desgostemos do que é dos outros.

No fundo, tudo nos pertence e nós acabamos por pertencer a todos.

Não somos, afinal, cidadãos de um único (e mesmo) mundo?

publicado por Theosfera às 09:33

O perigo desperta. Tanto nos expõe ao fracasso como nos habilita ao triunfo.

Aliás, um triunfo sem perigo nem sequer é recordado.

Pierre Corneille assinalou: «Ao vencermos sem perigo, triunfamos sem glória». Não recuemos diante dos perigos.

Os perigos existem. Não para nos vencerem. Mas para serem vencidos!

publicado por Theosfera às 09:25

Todos são importantes.

Para Schiller, o próprio inimigo pode ser proveitoso: «O amigo é-me querido, o inimigo é-me necessário. O amigo mostra-me o que posso fazer, o inimigo, o que tenho de fazer».

Idealmente, é que todos nos tornemos (verdadeiramente) amigos!

publicado por Theosfera às 09:22

Nem tudo o que se diz das pessoas corresponde ao que as pessoas são.

A uns, a fama favorece. A outros, desfavorece.

Em ambos os casos, talvez avulte a mesma dose de injustiça.

Há muitos a quem a fama difama.

Schiller confessava: «Sou melhor do que a minha fama».

De facto, há quem seja melhor do que aquilo que se diz. E também há quem não seja tão bom como aquilo que parece.

Urge estar atento à realidade. É fundamental não estacionar nas aparências!

publicado por Theosfera às 09:17

O homem pensa. O homem é um ser pensante.

Mas será que sabe sempre o que pensa?

Francis Jammes avisa: «Eu não sei o que os meus pensamentos pensam».

Muitas vezes, o pensamento voa tão depressa que até nem damos por ele!

publicado por Theosfera às 09:13

É intrigante verificar que o Evangelho, quando fala do acto de Judas, usa não o verbo trair (prodotês), mas entregar (paradidonai).

 

Trata-se do mesmo verbo atribuído a Jesus e ao Pai!

 

Tudo neste homem é obscuro.

 

O seu apelido, Iscariotes, evocará a sua proveniência: provavelmente uma aldeia chamada Kerioth. Não se sabe, porém, onde fica.

 

Talvez Iscariotes tenha que ver com sicarius, que indica um grupo terrorista que, no século I, actuava na Palestina.

 

Não há certezas, contudo. O Evangelho diz que ele se arrependeu e se terá enforcado.
publicado por Theosfera às 04:05

Karl Rahner morreu neste dia há 31 anos: 30 de Março de 1984. 
 Um teólogo enorme merecia uma atenção dilatada.

O Homem é, como ele bem anotou, o ouvinte da Palavra.

Ouçamo-la. Ouçamo-lo.

publicado por Theosfera às 00:17

Hoje, 30 de Março, é dia de S. João Clímaco e Sto. Amadeu de Sabóia.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

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