O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quarta-feira, 04 de Março de 2015
Também na Igreja, há a tentação de, ao arrepio do exemplo de Cristo, transformar o serviço em poder.

É preciso reaprender, por isso, com Aquele que veio para servir não para ser servido (cf. Mt 20, 28).

O único poder da Igreja é o poder do amor e nunca o amor pelo poder. É esta a lição que, como alerta Paul Ricoeur, vem de Deus: «O único poder de Deus é o amor desarmado. De todo-poderoso Deus torna-Se todo-amoroso. Deus não tem nenhum outro poder para lá de amar e de nos dirigir, quando sofremos, uma palavra de auxílio. O difícil para nós é ouvi-la».
publicado por Theosfera às 10:12

A realidade visita-nos, quase sempre, sob três pontos de vista: o meu, o teu e o...verdadeiro.

Às vezes, é preciso que cada um deposite o vai de si para a realidade e esteja mais atento ao que vem da realidade para si!

publicado por Theosfera às 10:05

Faz parte da mensagem de Jesus o amor aos inimigos.

Por isso e como disse alguém, quem não tem inimigos não é um cristão completo.

Sucede que o amor aos inimigos leva a que deixem de o ser.

Pinchas Lapide fala do «amor desinimigador».

De facto, só o amor vence a inimizade.

publicado por Theosfera às 09:59

Desde Moltmann e Metz (no fundo, desde sempre), fica claro que não há teologia (nem acção eclesial) que seja apolítica.

A intervenção do crente tem sempre implicações políticas: ou directa ou indirectamente. Quem assume essas implicações revela de que lado está. Quem não assume é conivente com aquilo que acontece.

Concretizando, alguém que denuncie as injustiças sociais pode ser facilmente apodado de vanguardista, comunista, revolucionário. Mas alguém que, para não receber tal acusação, se cale acaba por tomar também uma opção: pelos que praticam a injustiça.

Neste caso, o silêncio é pouco edificante. A Igreja não pode ser imparcial. Não deverá, como é óbvio, tomar partido por partidos. Ela tomará sempre partido por pessoas, por ideais, por causas, por valores.

Se ela não o fizesse não seria isenta. Estaria a tomar partido por quem explora, por quem agride. Quem cala consente. Poderá um cristão consentir a exploração, a injustiça?

A clareza é sempre importante. As pessoas têm o direito de saber de que lado estamos. Nós temos o dever de as não defraudar. Cristo foi sempre claro. «Que as vossas palavras sejam sim, sim, não, não» (Mt 5, 37).

publicado por Theosfera às 09:54

Não há dias iguais. Até os que parecem mais rotineiros e monótonos são diferentes.

Marcel Proust apercebeu-se: «Os dias talvez sejam iguais para um relógio, mas não para um homem».

Nós somos sempre diferentes. De dia para dia, de instante para instante, vamo-nos transformando.

Pelo menos, temos mais tempo atrás de nós.

Que possamos ter muito tempo à nossa frente!

publicado por Theosfera às 09:50

Hoje, 04 de Março, é dia de S. Lúcio I, S. Casimiro e Sto. Humberto III de Sabóia.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

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