O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 05 de Fevereiro de 2015

Não é só o futuro que nos ocupa. O passado também nos preenche.

Neste dia 5 de Fevereiro, há 18 anos, o meu querido Pai passava o seu último dia plenamente consciente neste mundo.

No dia seguinte, 6 de Fevereiro, já só fazia gestos. Até que, na manhã do dia 7, partiu.

Mas nada se apaga. Obrigado, meu querido (e sempre presente) Pai!

publicado por Theosfera às 10:36

Compulsando o que se ouve, o que se vê e o que se lê, parece que a Europa está à beira da falência.

Não penso tanto na falência económica, mas penso sobretudo na falência ética, na falência civilizacional.

Em falência parecem estar os modelos de actuação. Em falência parecem estar as alternativas.

Dá a impressão de que as soluções têm o mesmo destino que os problemas. Os problemas não resolvem. Mas as soluções também parecem não solucionar.

Esta não é a direcção. Outro tem de ser o caminho.

Pouco ganharemos com os que decidem. Mais poderemos ganhar com os que procuram. Com os que não desistem de procurar!

publicado por Theosfera às 09:58

Sempre a integridade, nunca o integrismo.

O integrismo não é filho da coerência, mas do fanatismo.

E, como dizia Denis Diderot, «do fanatismo à barbárie não há mais que um passo». Um passo que nos pode fazer cair no abismo!

publicado por Theosfera às 09:50

Entre a hospitalidade e a hostilidade a distância é infinita, mas a coexistência é frequente.

Há quem tenha palavras de hospitalidade, mas, ao mesmo tempo, não se dispensa de expender atitudes de hostilidade.

Afinal, em que devemos fazer fé? Nas palavras, que indiciam uma coisa, ou nas atitudes que mostram outra coisa, completamente diferente?

É claro que a hospitalidade é insinuada na presença e a hostilidade é cultivada na ausência.

Só que aquilo que se presume escondido acaba por se tornar manifesto. E a hostilidade sobrepõe-se, quase sempre, à hospitalidade.

Não se consegue enganar sempre. De pouco servem palavras de hospitalidade quando elas são degoladas por atitudes de hostilidade.

Sejamos sempre hospitaleiros. Nos lábios. No coração. Em toda a vida!

publicado por Theosfera às 09:43

Por estes dias, a Europa parece assistir a uma troca de bravatas e gravatas.

Dá a impressão de que há mais bravatas que gravatas.

Ontem mesmo, o primeiro-ministro de Itália ofereceu uma gravata ao primeiro-ministro da Grécia.

No plano simbólico, tratar-se-á de um subtil convite para que Atenas abandone a sua reiterada atitude de desalinho.

A Europa gostaria de uma Grécia mais alinhada, mais aprumada.

Como é sabido, os novos governantes gregos apresentam-se ostensivamente sem gravata.

Há imagens que incidem mais sobre o que (não) está no pescoço do que sobre o que vem dos lábios.

Temo que, no fundo, tudo isto se reduza a uma questão de pose, embora em sentido contrário.

Acontece que os problemas não se resolvem com gravatas a menos e bravatas a mais.

Tsipras terá prometido a Renzi que iria usar a gravata oferecida quando fosse encontrada uma solução para a Grécia.

Oxalá que ela não fique (des)arrumada eternamente num qualquer armário!

publicado por Theosfera às 09:22

Hoje, 05 de Fevereiro, é dia de Sta. Águeda e S. Jacob.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

mais sobre mim
pesquisar
 
Fevereiro 2015
D
S
T
Q
Q
S
S

1
2
3
4
5
6
7

8
9




Últ. comentários
Sublimes palavras Dr. João Teixeira. Maravilhosa h...
E como iremos sentir a sua falta... Alguém tão bom...
Profundo e belo!
Simplesmente sublime!
Só o bem faz bem! Concordo.
Sem o que fomos não somos nem seremos.
Nunca nos renovaremos interiormente,sem aperfeiçoa...
Sem corrigirmos o que esteve menos bem naquilo que...
Sem corrigirmos o que esteve menos bem naquilo que...
hora
Relogio com Javascript

blogs SAPO


Universidade de Aveiro