O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Domingo, 16 de Novembro de 2014

Dizem que o mundo está a encolher. Tornou-se uma aldeia, a aldeia global.

Mas nesta pequena aldeia em que se transformou o grande mundo, não basta falar uma língua. Será que basta usar uma linguagem?

A linguagem dos lábios é coisa pouca. Mesmo que todos nos entendamos, nem sempre nos compreendemos.

A linguagem do silêncio, sensível à epifania do gesto, é cada vez mais eloquente! 

publicado por Theosfera às 21:34

O que decide o nosso destino final não é o mero saber. É sobretudo o saber fazer e, mais concretamente, o saber amar.

É por isso que, na pauta para o juízo final, Jesus propõe, como critério supremo, não o amor da ciência, mas a ciência do amor.

A ciência do amor tem o nome de misericórdia.

Segundo Sto. Agostinho, os saudados como «benditos de Meu Pai» são os que usam de misericórdia. Os outros são os que não usam de misericórdia.

A misericórdia é um exercício de amor, mas é igualmente um acto de lucidez. Ela ajuda-nos a perceber que o que repartimos não é nosso; é de Deus.

Se tudo é dom, então importa perceber que damos do que (nos) foi dado.

O referido Sto. Agostinho pergunta a cada um de nós: «De quem é o que dás senão d'Ele? Se desses do que era teu, seria liberalidade, mas porque dás do que é d'Ele, é uma restituição».

É que Deus está no homem, especialmente nos mais pequenos. Tudo o que for feito aos mais pequenos, é feito ao próprio Deus (cf. Mt 25, 40).

Toda a dádiva é, pois, uma restituição.

Afinal, nada é nosso. Tudo é de Deus.

O que passa por nós não deve estacionar (apenas) em nós!

publicado por Theosfera às 21:01

  1. A felicidade é tão bela que parece que acaba depressa. Célebre é a poética confissão de Vinicius de Moraes: «Tristeza não tem fim, felicidade sim».

André Gide propõe uma explicação: «Nada impede mais a felicidade do que a lembrança da felicidade». Parece que a felicidade já foi ou será. Parece que a felicidade mora no passado. Parece que a felicidade está à nossa espera no futuro.

 

  1. O problema é que, entre o passado e o futuro, vamos acumulando eflúvios de infelicidade em cada presente. Talvez porque esperamos demasiado das pessoas e da vida.

A felicidade, aparentemente, nem sempre visita as melhores pessoas. Estas, por vezes, são as que sofrem mais. Mas serão infelizes? Às vezes, a maior felicidade escorre mais pelas lágrimas do que pelo riso.

 

  1. Fazer o bem, mesmo sem ser compensado, pode doer, mas não impede de vencer.

Eu acredito na felicidade em forma de dádiva. Eu creio na felicidade dos que sofrem, dos que dão, dos que se esquecem de si. São os mais felizes. Os únicos felizes. Ainda que o não pareçam.

 

  1. A qualidade não está apenas na perfeição. Está também — e bastante — na empatia.

Dizia Bento Galdós: «As obras mais perfeitas são as que mais incitam, pela sua facilidade aparente, à imitação».

 

  1. Jesus, o Mestre dos mestres, era compreendido por todos, mesmo por aqueles que O increpavam. E continua a ser seguido por muitos.

O que Jesus disse é difícil de cumprir, mas é fácil de compreender. Se os simples entendem, toda a gente compreende.

 

  1. Tempos estranhos, estes. Vivemos uma época de penúria e, ao mesmo tempo, de desperdício.

Catão avisa: «Compra não o que consideras oportuno, mas o que te falta; o supérfluo é caro, mesmo que custe apenas um soldo». O supérfluo de alguns é o essencial para muitos. O que nos sobra não é nosso. É de quem precisa!

 

  1. Governar é uma necessidade. Mandar é uma tentação. O serviço fica obscurecido. A autoridade degenera facilmente em autoritarismo.

Daí a pertinência do conselho de Inácio Dantas: «Se você tiver cargo de chefia, seja respeitoso e dê ordens amistosas. Com isso será obedecido como amigo e respeitado como chefe».

 

  1. Já Hegel notara que quem mais traz a palavra «povo» nos lábios nem sempre é quem mais se preocupa com a situação do povo.

Quando é necessário reclamar alguma coisa com as palavras é porque essa mesma coisa não sobressai na vida. Gandhi disse tudo a este respeito: «Há dois tipos de pessoas: as que fazem as coisas, e as que dizem que fizeram as coisas. Tente ficar no primeiro tipo. Há menos competição». E muito mais autenticidade.

 

  1. A democracia não é tudo, mas é essencial para tudo. Os problemas do seu funcionamento não põem em causa a justeza dos seus fundamentos.

Para Einstein, a democracia corporizava o ideal «para que todo o homem seja respeitado e nenhum seja idolatrado». Ninguém é mais que ninguém. Ninguém é menos que ninguém.

 

  1. «Nenhum jovem acredita que um dia morrerá». William Hazlit teve uma percepção subtil.

Quando somos novos, só olhamos para a frente. Não olhamos para o fim. Acontece que o fim também está à (nossa) frente!

 

publicado por Theosfera às 20:42

Cada coisa é mais do que essa coisa.

Em cada palavra encontramos mais do que o seu significado imediato. Viver é de facto ultrapassar-se.

A interpretação é não só uma ciência. Pode ser também uma sensibilidade, uma arte. Há quem consiga extrair de um texto muito mais do que lá se encontra. Ou, para ser mais preciso, muito mais do que muitos lá encontram.

O primeiro livro da Bíblia assinala que «Deus criou o homem e a mulher»(Gén 1, 27).

Um autor desconhecido do século II entende que «o homem é Cristo» e «a mulher é a Igreja».

Como acontece em toda a relação esponsal, também aqui os dois são uma só carne.

A Igreja é formada pela carne do próprio Cristo.

Cristo está sempre a desposar a Igreja. E nunca lhe falta com a Sua permanente fidelidade!

publicado por Theosfera às 20:16

A. Deus confia tudo em nós

  1. Quem tudo arrisca perder, acaba por tudo ganhar. Quem nada arrisca perder, acaba por tudo desperdiçar. Assim se poderia compendiar o Evangelho que, agora mesmo, foi proclamado. Duas atitudes estão em confronto: ousadia e receio, generosidade e egoísmo, disponibilidade para apostar o máximo e resistência a arriscar o mínimo. Quem tudo arrisca, mantém o que tinha e ainda dobra o que possuía. Já quem nada arrisca, acaba por nada conseguir. Não consegue acrescentar e não consegue sequer conservar.

Na vida, nem sempre é este o desfecho. Às vezes, o calculismo compensa. Mas para Deus, é sempre este o resultado. Só recebe quem dá, quem se dá. Deus está do lado de quem aposta tudo e premeia quem arrisca sempre. Jesus tanto elogia o que obteve dois como o que alcançou cinco. Só censurou o que enterrou um. Jesus não exige que consigamos muito; o que Ele quer é que demos tudo, é que nos demos totalmente.

  1. Quando se passeiam por este texto, os nossos olhos fixam-se logo nos talentos. O talento começou por ser uma unidade de peso, usada sobretudo para medir metais preciosos. Por exemplo, na Babilónia, um talento equivalia a 60 quilos. Com o passar do tempo, o valor baixou, situando-se entre 35 e 26 quilos. Mesmo assim, um talento equivalia a 6000 denários. Se pensarmos que o denário era o salário de um dia de trabalho, então concluiremos que um talento — ou seja, 6000 denários — era o equivalente a uma vida inteira de trabalho.

Eis, portanto, o que Deus nos entrega, o que Deus deposita nas nossas mãos. Deus é, sem dúvida, muito pródigo e infinitamente generoso para connosco. Se um único talento equivale a uma vida de trabalho, cinco talentos corresponderão a cinco vidas de actividade. Trata-se, portanto, de um imenso dom, vindo de Deus, e que antecede sempre a nossa acção. Antes da nossa acção está o Deus do dom e o dom de Deus. Deus aposta tanto em nós, Deus confia tudo em nós!

 

B. O que rende não é ir ao Continente

 

3. Jesus não valoriza tanto o resultado como o esforço. O importante é o esforço, a dedicação. Aquilo que Deus nos entrega não é para conservar, mas para repartir. Neste caso, Deus não quer que sejamos conservadores, mas ousados. Temos de ser conservadores em guardar a fé, mas nunca podemos ser conservadores para nos resguardarmos na transmissão da fé. O que Ele nos deu é para ser dado, o que Ele nos doou é para ser doado. O que Ele nos ofereceu não é nosso nem é só para nós. O que Ele nos entregou é para todos.

Acontece que — sublime paradoxo — quanto mais damos, mais recebemos. Trata-se de uma situação em que a divisão anda de mãos dadas com a multiplicação. Quanto mais se divide o que nos foi entregue, mais se multiplica o que nos foi dado. Dir-se-ia que o que rende não é só ir ao Continente; o que verdadeiramente rende é levar o Evangelho às pessoas de todos os continentes! Num lado, o que rende é o consumo e o consequente lucro. Noutro lado, o que rende é a missão e, nessa medida, a felicidade. O consumo até poderá ser reduzido. Mas a fruição será sempre saborosa e muito gratificante. Nada, de facto, é tão gratificante como ajudar a (re)encontrar um sentido para vida.

 

  1. Os dois primeiros servos descritos na parábola não perderam tempo. Partiram logo (cf. Mt 25,15.17). Na missão, não podemos perder tempo. S. Paulo lembra-nos que o «dia do Senhor» chegará de surpresa. Ele diz até que «virá como o ladrão»(1 Tes 5, 2). Todos nós notamos que a vida é breve e o tempo é veloz. No início, o tempo parece que não anda. Depois, notamos que o tempo passa. De seguida, verificamos que o tempo (es)corre. Finalmente, vamos percebendo que o tempo voa. Não podemos ficar à espera da ocasião mais oportuna. É preciso agir — e insistir na acção — mesmo quando parecer inoportuno (cf. 2Tim 4, 2).

A missão não pode esperar, pelo que não nos podemos atrasar. Jesus tem palavras de elogio para quem não se atrasou, para quem não se preocupou com conservar (cf. Mt 25,20.22). Na missão, um cristão não pode ser conservador. Jesus inaugurou um movimento de transformação e legou-nos uma mensagem de mudança. Ele não veio para que tudo fique na mesma. Ele veio — e continua a vir — para que tudo seja diferente, para que tudo possa ser melhor. Eis uma tarefa que está muito longe de ser dada por concluída. Não podemos, pois, estacionar no já dito ou insistir no já conseguido.

 

C. Deus é (muito) mais forte que o medo

 

5. O que Deus nos confiou não é para Lhe ser devolvido no mesmo estado; é para Lhe ser entregue depois de ser partilhado. É verdade que as dificuldades são muitas e os obstáculos parecem infindáveis. O terreno não é facilmente arável e, por vezes, dá sinais de estar minado ou envenenado. Mas há que não desistir. O importante é tentar.

Jesus não repreende o terceiro servo por não conseguido, mas por não ter tentado. Deus não quer que Lhe devolvamos o que nos entregou num estado intacto. Ele até gostará de ver as nossas mãos sujas por termos ido para os terrenos mais enlameados.

 

  1. Às vezes, não tão poucas vezes assim, assemelhamo-nos a este terceiro servo. Convocamos pretextos e alinhamos desculpas. Mau sinal é quando as justificações prevalecem sobre a determinação. Não foi em vão que S. João Paulo II nos pediu para não termos medo. Ele sabia que o medo nos tolhe e nos aprisiona desde o princípio. Já Adão tinha medo de Deus e, por isso, escondia-se d’Ele (Gén 3,10).

O medo assenta num equívoco. Quer Adão, quer este terceiro servo têm uma falsa imagem de Deus, visto como alguém duro que nos policia e está sempre pronto a castigar-nos. Daí que fiquemos paralisados, adormecidos e amortecidos sem perceber que os dons de Deus são despertadores e motivadores. Se o medo está alojado em nós, o Deus que vence o medo também habita dentro de nós. E Deus é muito mais forte do que todos os medos juntos.

 

D. O pior defeito de um apóstolo

 

7. É natural que sintamos um certo medo. Como não ter medo num tempo como este? Mas não é impossível vencer o medo. Como observou Nelson Mandela, ter coragem não é não ter medo; é vencer o medo que se tem. E se tudo podemos em Cristo que nos dá força (cf. Fil 4, 13), como não haveríamos de, com Cristo, vencer o medo?

Os nossos tempos parecem ser medonhos e amedrontadores. Não podemos, porém, ficar afogados em todos estes medos. O cardeal Stephan Wyszynski alertou que «o pior defeito de um apóstolo é o medo. O medo incita a duvidar do Mestre e estrangula o coração e a garganta». Em relação ao medo, é certo que não podemos impedir que ele apareça. Mas podemos impedir que ele nos assalte e nos devore. Mike Horn aconselhava: «Não deixes que o medo seja o assassino dos teus sonhos». Medo é, pois, o que nunca pode ter o seguidor de Jesus Cristo.

 

  1. Aliás, o Evangelho que escutámos é redigido numa altura em que o medo começava a sobrevoar o ambiente entre os cristãos. Algumas divisões e a possibilidade de algumas perseguições desencadeavam algum desalento e não pouca desmotivação. Recorde-se que estávamos no final do século I, aí pela década de 80. Os cristãos, talvez já cansados de esperar a segunda vinda de Jesus, perderam muito do seu entusiasmo inicial. Era preciso, portanto, redespertar a fé, reaquecer o espírito e renovar o compromisso com o Evangelho.

No fundo, o que se insinua é que, ao contrário do que muitos pensavam, o fim dos tempos ainda está muito longe. Ainda falta muito tempo e sobretudo muita missão.

 

E. Não tenhamos medo

 

9. Viver em Cristo é ser ousado. É não deixar correr, é não desistir. Viver em Cristo é nunca começar a desistir e nunca desistir de começar. Na missão, é normal — e até desejável — que percamos alguma coisa. É bom, com efeito, que percamos calculismo, que percamos falsas seguranças, falsas certezas e falsas defesas. Kierkegaard percebeu tudo isto notavelmente: «Ousar é perder o equilíbrio momentaneamente. Não ousar é perder-se»! E, depois, só merece ganhar quem está disposto a perder. Já Clarice Lispector confidenciava: «Sinto necessidade de arriscar a minha vida. Só assim vale a pena viver»!

O caminho de Jesus é um caminho de ousadia, um caminho de risco. Jesus segura-nos e defende-nos, mas não nos ilude com falsas seguranças, com falsas certezas nem com falsas defesas.

 

  1. É preciso arriscar. Não tenhamos medo de ser diferentes. Não tenhamos medo de proclamar o que recebemos de Jesus: o Seu Evangelho, a Sua mensagem, a Sua doutrina. Não tenhamos medo, ainda que muitos nos tentem meter medo. Não tenhamos medo de levar Jesus a todos. Não tenhamos medo de rezar. Não tenhamos medo de ajoelhar. Não tenhamos medo de nos confessar. Não tenhamos medo de proclamar o Evangelho de Jesus e a doutrina da Igreja de Jesus. Não tenhamos medo de viver como cristãos. Não tenhamos medo da verdade e da justiça.

Hoje mesmo, 16 de Novembro, faz 25 anos que foram assassinados vários sacerdotes e religiosas em El Salvador pelo crime de, em nome de Jesus, estarem ao lado dos mais desfavorecidos e injustiçados. Mas são vidas assim aquelas a que nem a morte põe fim. Seria mais cómodo ficar quieto. Mas um cristão não é propriamente um quietista. Deus está ao lado dos que se inquietam, dos que inquietam. Guardemos, pois, o Evangelho, mas não nos resguardemos de arriscar tudo pelo Evangelho. Quando arriscamos podemos perder. Mas quando arriscamos tudo pelo Evangelho, nunca nos perderemos!

publicado por Theosfera às 14:43

Tudo sobe para cima.
Tudo caminha para o alto.
Tudo tende para o fim.

 

E, na verdade, o que importa é o fim,
o fim para o qual nos chamas.

 

Tu, Senhor, chamas-nos para a felicidade,
para a alegria, para a justiça, para a paz.

Tu, Senhor, chamas-nos para Ti.

A vida é cheia de sinais.
É importante estar atento a eles.
É fundamental deixarmo-nos guiar por eles.

 

Neste mundo, tudo passa.
Nesta vida, tudo corre.
Neste tempo, tudo avança.
Só a Tua Palavra permanece, Senhor.

 

Obrigado por nos reunires,
por nos congregares,
por nos juntares.

 

De toda a parte Tu chamas,
Tu convocas,
Tu reúnes.

Obrigado, Senhor, pela esperança
e pelo ânimo,
Pelo vigor e pela presença.

 

O importante não é saber a hora do fim.
O fundamental é estar pronto, preparado, disponível.

 

Para Ti, Senhor, o fim não é destruição nem dissolução.
ConTigo, Senhor, o fim é plenitude, realização, felicidade.

Em Ti já sabemos o que nos espera.

Tu, Senhor, és a esperança e a certeza da esperança.

Tu já abriste as portas.
Tu já inauguraste os tempos últimos, os tempos novos.

 

ConTigo nada envelhece.
Em Ti tudo se renova.
Renova sempre a nossa vida,
JESUS!

publicado por Theosfera às 10:34

É sabido que, nestes tempos ruidosos, é muito difícil ouvir.

Mas será que, nestes tempos sombrios, será fácil ver?

Olhar, ainda vamos olhando. Gostamos de olhar para quase tudo. Mas será que vemos verdadeiramente alguma coisa?

Para ver, não basta lançar os olhos. Para ver, é preciso depositar o olhar para captar o que chega aos olhos e se aloja na alma.

A pressa pressiona. A pressa de tudo olhar poderá levar-nos a nada (conseguir) ver!

publicado por Theosfera às 08:14

Há cemitérios para lá dos cemitérios.

Sei que é lúgubre falar disto num dia festa como é cada Domingo. Mas não podemos ignorar o que se passa.

Este ano, já morreram 397 pessoas nas estradas e 32 pessoas já foram assassinadas em casa.

A violência na condução e a violência na família dão que pensar. E penar!

publicado por Theosfera às 08:00

Faz hoje vinte e cinco anos que o reitor da Universidade Centro-Americana foi assassinado juntamente com outros colegas.

O Padre Ignacio Ellacuría foi um dos discípulos dilectos de Zubiri e o primeiro a fazer uma tese de doutoramento sobre a sua obra.

Deixando uma carreira descansada na Europa, foi para a América Latina pugnar pela justiça em nome do Evangelho.

Vidas assim sobrevivem. Mesmo depois da morte.

publicado por Theosfera às 03:43

Hoje, 16 de Novembro (33º Domingo do Tempo Comum), é dia de Nossa Senhora da Saúde, Sta. Margarida da Escócia, Sta. Gertrudes, S. Roque González, Sto. Afonso Rodríguez e S. João del Castillo.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

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