O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 11 de Outubro de 2014

É muito arriscado confiar um segredo. Mas só arriscando se poderá saber quem é fiel, quem é honesto, quem é amigo.

Fernando Pessoa não era nada optimista e, por isso, aconselhava: «Guarda ao teu ser o teu segredo; se o abrires, nunca o poderás fechar».

Não iria tão longe. Mas depois de abrir, é mais difícil que o segredo permaneça segredo.

Coisa estranha. Duas pessoas não valem tanto como uma para guardar um segredo.

Mas ainda há excepções. Ainda há quem seja fiel e amigo!

publicado por Theosfera às 16:10

O pão é essencial à vida e é muito antigo no mundo.

Dizem que os primeiros pães apareceram na antiga Mesopotâmia. Foi há muitos milhares de anos quando a sedentarização proporcionou a cultura dos cereais.

Na Capadócia (Turquia), apareceu um género de pão específico, feito com leite em vez de água.

Terá sido há 7 mil anos que foram inventados os moinhos para grãos de cereais.

E foi no Egipto que, há 6 mil anos, se descobriu a fermentação. Terá sido por causa de uma distração: uma massa esquecida, humidificada com chuva, inchou.

O pão tornou-se um alimento indispensável e um símbolo incomparável.

Foi o pão que Jesus escolheu para se transformar no Seu corpo.

Jesus tornou-Se, assim, nosso alimento!

publicado por Theosfera às 13:51

Somos comandados pela razão. Mas, tantas vezes, somos determinados pela emoção.

É preciso estar atento. A emoção tanto pode ser uma causa como uma consequência. Tanto pode constituir a nascente como pode configurar a foz. A

s emoções provocam as acções, as acções provocam as emoções.

Temos emoções positivas e temos emoções negativas.

De acordo com alguns peritos, as emoções negativas excedem (e muito!) as positivas.

Um recente estudo vindo da Universidade de Glasgow garante que só temos quatro emoções: felicidade, tristeza, medo e irritação.

São essas que mais nos condicionam. E só uma é positiva!

publicado por Theosfera às 13:41

Habituámo-nos a correr. Desabituámo-nos de ficar.

Pascal tinha uma explicação (no mínimo) curiosa. Para ele, «toda a infelicidade nasce de uma única coisa: não saber ficar em descanso, num quarto».

É urgente parar até para (re)pensar a correria em que andamos.

Sucede que, mesmo quando fisicamente paramos, sentimos que qualquer coisa corre dentro de nós.

É por isso que hoje não se pensa, comenta-se. O comentador ocupou o lugar do pensador.

O pensador olhava para a vida a partir das referências. O comentador olha para o quotidiano a partir das tendências.

Daí que os critérios sejam diferentes.

Quem pensa privilegia o que tem valor. Quem comenta incide sobre o que é popular.

No campo do impensado, será que o pensamento corre o risco de rastejar pelo instinto e pelo instante?

publicado por Theosfera às 13:27

Confessou Pasteur ter dois sentimentos quando via uma criança: «ternura pelo que é e respeito pelo que pode vir a ser».

Talvez pudesse acrescentar um terceiro: preocupação.

O que pode vir a ser uma criança merece, sem dúvida, respeito, mas pode infundir também receio.

O que os mais crescidos mostram aos mais pequenos não é, longe disso, estimulante.

Mas não estilhacemos a esperança.

E procuremos dar (e ser) bons exemplos para quem está a despontar!

publicado por Theosfera às 13:15

João XXIII.

É difícil encontrar alguém com uma humanidade tão santa.

E com uma santidade tão humana!

publicado por Theosfera às 13:06

São tão importantes as pessoas simples que nem reparamos no seu valor.

Olhamos com sobranceria para a sua simplicidade que nem damos conta da sua importância.

Só uma pessoa genialmente simples (e simplesmente genial) era capaz de um improviso destes.

O Papa Bom, João XXIII, proferiu o «Discurso da Lua» neste dia 11 há 52 anos.

Foi quando enviou aos filhos dos que estavam a ouvi-lo a «carícia do Papa».

Vale a pena ler, meditar e reter. Não é longo. E é espantosamente belo!

 

«Caros filhinhos, oiço as vossas vozes. A minha é apenas uma, mas condensa a voz do mundo inteiro. Todo o mundo está aqui representado.

Parece que até a lua antecipou-se esta noite – observai-a no alto – para contemplar este espectáculo. É que encerramos uma grande jornada de paz. Sim, de paz: Glória a Deus e paz aos homens de boa vontade.

A minha pessoa não conta para nada, quem vos fala é um irmão, que se tornou pai por vontade de Nosso Senhor, mas tudo junto – paternidade e fraternidade – é graça de Deus, tudo, tudo.

Continuemos, pois, a amar-nos, a querer-nos bem, a querer-nos bem; olhando-nos mutuamente no encontro, recolhendo aquilo que nos une, deixando de lado qualquer coisa que nos possa criar dificuldade: nada. Fratres sumus .

Esta manhã aconteceu um espectáculo que nem a basílica de São Pedro, que tem quatro séculos de história, alguma vez pôde contemplar.

Honremos as impressões desta noite. Que os nossos sentimentos permaneçam sempre como agora os manifestamos diante do Céu e da terra. Fé, esperança, caridade, amor de Deus, amor de irmãos. E assim, todos juntos, mutuamente apoiados, na santa paz do Senhor, nas obras do bem.

Quando regressardes a casa, encontrareis os vossos meninos. Fazei uma carícia às vossas crianças e dizei: «esta é a carícia do Papa». Encontrareis algumas lágrimas por enxugar, fazei alguma coisa… dizei uma boa palavra: «O Papa está connosco, especialmente nas horas de tristeza e de amargura».

E assim, todos juntos, animemo-nos, cantando, suspirando, chorando mas sempre, sempre cheios de confiança em Cristo que nos ajuda e nos escuta, para avançarmos e retormarmos o nosso caminho.

E, agora, tende a gentileza de atender à bênção que vos dou e também à boa-noite que me permito desejar-vos».

publicado por Theosfera às 01:11

Já perto da agonia, a morte veio a 3 de Junho de 1963, o Papa João XXIII continuava a comover o mundo.

 

Ernesto Balducci escreveu: «Quando Deus manda homens como o Papa João, não será certamente para que se escrevam livros sobre ele, mas para que seja impossível continuarmos a viver e a pensar como se ele nunca tivesse vivido»!

publicado por Theosfera às 00:55

Quando, em Março de 1963, disseram a João XXIII que não havia esperança de recuperar da doença (tinha um cancro no estômago), o Papa virou-se para o secretário e pediu: «Ajudai-me a morrer como convém a um Papa», rogando que entregasse na Secretaria de Estado o dinheiro que tinha. «Desejo que o Senhor me encontre pobre, como sempre fui».

publicado por Theosfera às 00:53

Passados uns dias da sua eleição, João XXIII anota no seu diário: «Esta manhã devo receber cardeais, muitos príncipes e membros importantes de governos. Mas, de tarde, quero passar alguns instantes com homens comuns. que não possuam nenhum título nem nenhuma dignidade senão a de serem seres humanos e filhos de Deus».

 

E é neste espírito que, um dia, se dirige a operários e a agricultores: «Não viestes ver o filho de um rei nem de um imperador nem de um grande deste mundo, mas um padre que, filho de gente pobre, foi chamado pelo Senhor para carregar o peso do pontificado supremo».

publicado por Theosfera às 00:50

Deixo aqui o decálogo da serenidade composto pelo bom Papa João. Trata-se de um texto mais oportuno que nunca. São, na verdade, dez sugestões de conduta para quem aspira à paz consigo, com os outros e com Deus.

 

 

1. Hoje, apenas hoje, procurarei viver pensando apenas neste dia, sem querer resolver todos os problemas da minha vida de uma só vez.

 
 
2. Hoje, apenas hoje, procurarei ter o máximo cuidado na minha convivência, serei cortês nas minhas maneiras, a ninguém criticarei, nem pretenderei melhorar ou corrigir à força ninguém, senão a mim mesmo.
 
 
3. Hoje, apenas hoje, serei feliz na certeza de que fui criado para a felicidade, não só no outro mundo, mas também já neste.
 
 
 
4. Hoje, apenas hoje, adaptar-me-ei às circunstâncias, sem pretender que sejam todas as circunstâncias a adaptarem-se aos meus desejos.
 
 
5. Hoje, apenas hoje, dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura, recordando que assim como o alimento é necessário para a vida do corpo, a boa leitura é necessária para a vida da alma.
 
 
6. Hoje, apenas hoje, farei uma boa acção, e não direi nada a ninguém.
 
 
7. Hoje, apenas hoje, farei ao menos uma coisa que me custe fazer, e, se me sentir ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ninguém o saiba.
 
 
8. Hoje, apenas hoje, executarei um programa pormenorizado, talvez não o cumpra perfeitamente, mas ao menos escrevê-lo-ei, e fugirei de dois males: a pressa e a indecisão.
 
 
9. Hoje, apenas hoje, acreditarei firmemente, embora as circunstâncias mostrem o contrário, que a Providência de Deus se ocupa de mim, como se não existisse mais ninguém no mundo.
 
 
10. Hoje, apenas hoje, não terei nenhum temor, de modo especial não terei medo de gozar o que é belo, e de crer na bondade.

 

publicado por Theosfera às 00:48

O Papa Bom não podia deixar de insistir na centralidade da bondade. «Não há nada mais excelente que a bondade. A inteligência humana pode procurar outros dons eminentes, mas nenhum deles se pode comparar à bondade».

 

E, atenção, «o exercício da bondade pode sofrer oposição, mas acaba sempre por vencer porque a bondade é amor e o amor tudo vence».

publicado por Theosfera às 00:43

Confesso que tenho uma saudade muito grande do bom Papa João, falecido há 51 anos.

 

Cada vez sinto mais a falta de homens desta estatura, desta largueza de horizontes e desta bondade ilimitada.

 

Parecem já tão distantes aqueles tempos que pareciam manhãs de dias sem ocaso.

 

Nasci e cresci a ouvir falar deste Homem. Minha querida Mãe estava sempre a invocar o nome desta figura enorme da Igreja e da Humanidade.

 

Quem acompanhou a sua trajectória e leu os seus escritos ficou sempre com esta impressão: João XXIII era indulgente com os outros e exigente consigo mesmo.

 

O seu lema, tirado de Barónio, era «obediência e paz».

 

Escrevia em 1947: «Em casa, tudo vai bem. A paciência ajuda-me nos meus defeitos e nas minhas imperfeições e dos que trabalham comigo. O meu temperamento e a minha educação ajudam-me no exercício da amabilidade para com todos, da indulgência, da cortesia e da paciência. Não me afastarei deste caminho».

publicado por Theosfera às 00:36

João XXIII teve a preocupação de reconciliar a Igreja com os tempos actuais.

 

A Igreja devia pôr-se ao dia - eis o que ele queria dizer com a conhecida palavra aggiornamento.

 

Também terá manifestado a vontade de ver entrar ar fresco pelas janelas da Igreja. Ou não se fosse o Papa bom um homem do espírito, que, em hebraico, se diz ruah e que significa brisa, vento.

 

Não faltou, porém, quem vaticinasse exposição desmedida a perigos futuros.

 

Na biografia que escreveu, Franco Nogueira conta que Oliveira Salazar viu com muita apreensão a abertura de João XXIII. Perante o referido aggiornamento, terá comentado algo do género: «Este Papa está a abrir as janelas; tem de se preparar para uma grande tempestade».

 

Só que a experiência mostra que, por vezes, é depois das tempestades que damos conta das debilidades da construção. É depois das tempestades que reparamos as casas. E o resultado até costuma ser melhor.

 

Afinal, os tempos estão sempre a emitir sinais. O Papa bom soube estar atento. A sua confiança era maior que o seu temor. A confiança em Deus e nos homens sobrelava o receio das tempestades.

 

Nenhum temor abala um coração magnânimo.

publicado por Theosfera às 00:34

«Ser manso e humilde não é a mesma coisa que ser fraco e negligente».

 

Esta frase pertence ao Papa João XXIII.

 

A mansidão aparenta ser ingénua, mas não deixa de ser incómoda.

 

Aprendamos com Jesus. Ele foi mansamente incómodo e incomodamente manso.

publicado por Theosfera às 00:31

Como se calcula, foi fatigante para João XXIII o dia 11 de Outubro de 1962. Inaugurara-se o Concílio Vaticano II.

 

O Santo Padre tem necessidade de repousar. Passado o tempo combinado, o secretário passa pelo quarto para despertar o Sumo Pontífice. Só que este não responde. Estava na capela.

 

Como vos sentis, Santo Padre? - inquire Loris Capovilla.

Com o que o Senhor me proporcionou, sinto-me bem. Mas, mais do que nunca, necessito de colóquio interior e de oração prolongada. Nós não somos nada. É o Senhor quem faz tudo.

 

À noite, ocorre uma procissão de velas na Praça de S. Pedro. João XXIII resolve vir à janela do apartamento e dirige-se à multidão como só ele sabia. Termina assim: Quando voltardes a vossas casas, encontrareis aí os vossos filhos. Fazei-lhes uma carícia e dizei-lhes: «É a carícia do Papa».

publicado por Theosfera às 00:23

Nasci e cresci a admirar (e a venerar) João XXIII. Foi minha querida Mãe que, desde sempre, me falou de que houve um Papa bom, um Papa que encantava pelos seus gestos, que tinha um ar (e um porte) de verdadeiro pai.

Sem desdouro para ninguém (antes pelo contrário), João XXIII é uma das minhas referências de vida.
Mas João XXIII não está longe da Igreja. Ele está no coração dos crentes. Está no coração dos homens.

 

publicado por Theosfera às 00:20

Hannah Arendt oferece-nos dez luzeiros em forma de vidas alentadoras para a nossa vida.

 

Uma dessas vidas é a do Papa João XXIII, que a filósofa judia descreve como sendo «um cristão no trono de S. Pedro».

 

Curiosa a reacção de uma criada de servir aquando da morte do Pontífice: «Minha senhora, este papa era um verdadeiro cristão. Como é que isso foi possível? Como pôde um verdadeiro cristão sentar-se no trono de S. Pedro? Ninguém se terá apercebido de quem ele era?»

 

Há, obviamente, um exagero e até alguma injustiça. Os papas dos últimos séculos mostraram ser cristãos de fibra, até à medula do seu ser.

 

Mas não deixa de ser sintomática a reacção de uma pessoa simples.

 

Na sua maneira de ver, alguém que irradiava o espírito de Cristo não teria grandes condições de ascender naquilo a que, impropriamente, se chama carreira.

 

Sabemos que a bondade de João XXIII lhe trouxe não poucos dissabores. Às vezes, a incompreensão acendeu-se dentro da própria Igreja.

 

Não era em vão, porém, que um dos seus lemas era precisamente «sofrer e ser desprezado como Cristo».

 

João XXIII tornou-se uma figura querida porque assumiu, sem o menor constrangimento, o espírito de Jesus.

 

Para ele, todos, incluindo os ateus, eram filhos e irmãos. A justiça sempre o preocupou e mobilizou.

 

Conta-se que, um dia, terá perguntado a um trabalhador como ia a sua vida. Ele respondeu que ia mal. Então, o Papa garantiu que ia tratar do assunto.

 

Houve, no entanto, quem objectasse que, aumentando o salário aos trabalhadores, teria de haver um corte nas obras de caridade.

 

Resposta pronta do Pontífice: «Então é o que teremos de fazer. Porque a justiça está antes da caridade».

 

São estas atitudes que definem uma vida. E fazem com que as pessoas que as tomam brilhem. Mesmo nas sombras. Sobretudo nas sombras.

publicado por Theosfera às 00:17

Faz hoje, 11 de Outubro, 52 anos que se iniciou em Roma o Concílio Ecuménico Vaticano II.

 

O Concílio decorreu em Roma (entre 1962 e 1965), mas parece que nunca terá chegado verdadeiramente até nós. Apercebemo-nos, seguramente, de alguns dos seus sinais (nomeadamente a Missa em português), mas creio que ainda não chegamos a penetrar no coração das suas propostas.

Sucede que o principal contributo do Vaticano II foi redespertar a nossa atenção para a centralidade de Deus e de Jesus Cristo. Reconduziu-nos, portanto, para as fontes da fé.

 

O Concílio Vaticano II descreve-nos a fé como uma resposta à proposta de Deus.

A Igreja, em primeira instância, não é uma organização dirigida por uma estrutura. Antes de mais e acima de tudo, a Igreja é a presença no tempo do mistério eterno de Deus, desvelado em Jesus Cristo.

 

É assim que a Igreja, na diversidade de tarefas realizadas pelos seus membros, é uma fraternidade de crentes e de discípulos. Não são um mundo à parte, mas uma parte do mundo. Partilham as suas tristezas e comungam das suas esperanças.

É a linguagem do mundo que a Igreja deve falar até porque é ao mundo que ela é chamada a dirigir-se.

 

Por conseguinte, a Igreja não está numa batalha contra o mundo. Ela tem de constituir uma presença solidária no mundo, alertando para as suas injustiças e não desistindo de o apoiar nos seus sonhos.

Daí que Karl Rahner tenha apontado o Concílio como um «novo começo». Precisamente porque ele procurou extrair toda a força que nos vem dos começos, dos tempos de Jesus e dos Apóstolos.

 

Sobre o Concílio Vaticano II, são muitos os comentários, o que é bom, mas são poucos os estudos, o que é pena. Ambos são necessários, até porque se enriquecem mutuamente.

Para haver comentários, é mister haver estudos. Caso contrário, tudo arrisca a pairar sobre a espuma de umas aproximações fugidias, pouco consistentes.

 O Concílio não entrou em choque com o passado. Não eliminou as heranças do passado (nem sequer a Missa em Latim, que pôde e pode continuar a ser celebrada).

Ao mesmo tempo, franqueou as portas ao presente e abriu as janelas ao futuro.

Já não é pouco. É bastante. É o bastante!

publicado por Theosfera às 00:10

Hoje, 11 de Outubro, é dia de Sta. Soledade Torres, Sto. Alexandre Sáuli e S. João XXIII, o Papa Bom.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

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