O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 04 de Outubro de 2014

Continua o estendal de morte no mundo por causa das diferenças.

Entendo que haja diferenças.

Não entendo que as diferenças eliminem, segreguem e matem.

As diferenças servem para coexistir, não para sufocar a coexistência!

publicado por Theosfera às 12:27

Entre a liberdade e a igualdade, que tantos antagonizam, não consigo escolher. Ou, melhor, escolho as duas.

Aliás, o mesmo é perfilhado por muitos.

Thomas Jefferson, na Declaração de Independência dos Estados Unidos, proclamou: «Todos os homens são iguais, pois o Criador deu-lhes direitos inalienáveis entre os quais estão a vida, a liberdade e a procura da felicidade».

publicado por Theosfera às 12:22

A rainha Isabel II é a estadista europeia que está há mais tempo no poder. Há 62 anos que está no trono! É, de facto, impressionante.

Mas no mundo há quem a ultrapasse. Com efeito, o rei da Tailândia, Bhumibol Adulyadej, já exerce o poder há 68 anos.

Acima dele talvez só Pepi II, faraó do Egipto durante 94 anos.

Mas isto foi no segundo milénio antes de Cristo e os elementos de datação não são seguros!

publicado por Theosfera às 12:14

O que é o homem, afinal?

Eis uma pergunta com tantas respostas. Eis a pergunta onde caberão todas as respostas.

Eis a pergunta a que não se poderá dar uma única resposta.

O homem é uma pergunta a que não se responde com os lábios.

À pergunta «o que é o homem?» só se responde cabalmente com a vida.

Daí que André Malraux tenha dito que «o homem é aquilo que ele próprio faz».

Naquilo que faz (e não tanto naquilo que diz), está sempre a mostrar aquilo que é!

publicado por Theosfera às 12:03

A Oração de S. Francisco não foi composta por S. Francisco. Ou, melhor, até foi se pensarmos que as suas ideias estão lá contidas. Foi ele que a inspirou. Mas a oração como tal é do início do século XX.

Foi em 1913 que ela surgiu numa revista da Normandia (França). Apareceu sem menção do autor e transcrita já de uma outra revista. Começou a tornar-se popular a partir de 20 de Janeiro de 1916 quando surgiu no L' Osservatore Romano. Sabemos que ela tinha sido remetida ao Papa Bento XV pelo Marquês de la Rouchetulon.

Estávamos em plena I Guerra Mundial. Por toda a parte havia orações pela paz.
Quando esta oração figurou no jornal da Santa Sé, um franciscano mandou imprimir uma pagela contendo a imagem de S. Francisco de um lado e a Oração pela Paz do outro.

 

No fim, vinha uma pequena frase: «Esta oração resume os ideais franciscanos e, ao mesmo tempo, representa uma resposta às urgências do nosso tempo».

 

Aí está a explicação para a colagem da oração a S. Francisco.

publicado por Theosfera às 01:48

    1. Um dos valores matriciais da convivência é o respeito.

    Deste respeito não hão-de ficar de fora o espaço sagrado e os actos sagrados. Nem será preciso invocar normas. Bastará seguir o bom senso.

     

    1. Todos sabem que a experiência religiosa é, por excelência, uma experiência de escuta.

    Daí que o ambiente no espaço sagrado deva primar pelo silêncio.

     

    1. Quem tem fé compreenderá com facilidade. E quem não tem fé também perceberá sem dificuldade.

    É por isso que se pede que, antes das celebrações e como forma de ambientação, haja silêncio na igreja, na sacristia e até à volta do templo.

     

    1. Sei que não é por mal, mas, nos últimos tempos, chega-se a uma igreja e o que avulta é o ruído.

    A vontade de conversar sobrepõe-se ao direito de meditar. Parece que se pode falar com todos menos com Deus. Parece que se ouve toda a gente, menos a voz de Deus.

     

    1. Como se isto não bastasse, já se vêem pessoas a entrar com bonés e chapéus, com fatos de praia, a beber, a comer (sobretudo gelados), a mastigar (rebuçados ou pastilhas elásticas), a atender o telemóvel ou a consultar a net.

    Isto colide frontalmente com a natureza do lugar e das celebrações que nele decorrem.

     

    1. Sobra, ainda, um problema para quem tem a missão de conduzir o povo de Deus.

    Se intervém, arrisca-se a ser incompreendido e até maltratado. Se não intervém, acaba por consentir o que não pode aprovar. Ou seja, é uma situação sempre delicada.

     

    1. Acresce que, à medida que o tempo passa, há uma tendência para transformar a excepção em regra.

    Já se agenda quase todo o tipo de actividades para as igrejas.

     

    1. Não raramente, prevalece a impressão de que a igreja é para tudo, excepto para aquilo que ela existe: rezar. Até parece que o incorrecto tem mais espaço que o correcto. E que o errado encontra maior acolhimento que o certo.

    Aliás, quem é apontado como estando errado acaba por ser quem tenta corrigir o erro.

     

    1. A Igreja é para todos, mas não é para tudo.

    Só que é complicado gerir as situações concretas e os factos que muitos dão como consumados.

     

    1. Apesar de tudo, creio não ser impossível restituir a dignidade aos lugares e a beleza às celebrações.

    Para glória de Deus. E bem-estar de todos!

publicado por Theosfera às 01:03

Num mundo de altos e baixos, de exploradores e explorados, de senhores e escravos, Francisco de Assis ensina-nos o melhor trato entre os seres humanos: irmão.

Ser homem é ser irmão. De todos os outros homens!

publicado por Theosfera às 00:46

Hoje, 04 de Outubro, é dia de S. Francisco de Assis, Sta. Calistena e Sto. Adaucto.

Retenhamos o conselho do «Poverello» e sejamos «simples, humildes e puros».

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

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