O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quarta-feira, 01 de Outubro de 2014
O génio é uma coisa recente.

 

Houve génios que nunca souberam que o tinham.

 

Sabiam muito e amavam imenso o que faziam. Mas dispensavam o pretensiosismo e o estatuto. Os maiores génios nunca se apresentaram como tais.

 

Eduardo Lourenço percebeu tudo isto de forma magistral: «O génio é uma simplicidade que se ignora».

 

O génio consiste «numa capacidade imensa para desempenhar com zelo uma tarefa»!

 

O problema do louco é que não se crê louco.

 

Muitas vezes, como nota Eduardo Lourenço, «crê-se génio». É tenebrosa (e sumamente perigosa) a loucura travestida de megalomania!

 

Provavelmente, no Céu, «Bach dará concertos para Deus».

 

Eduardo Lourenço não esconde o êxtase diante do compositor.

 

A música de Bach transporta-nos para fora do tempo. E ilumina cada tempo!
publicado por Theosfera às 11:36

Há na música um transporte inevitável para lugares surpreendentes.

Nem toda a música a bela. Mas até a música que não é bela encerra uma mensagem.

Já a música bela, essa, embala-nos com o suave sussurro de Deus.

Por isso, Mia Couto, que diz ter nascido para «estar calado», acertou quando confessou que «a música é uma praça divina»!

publicado por Theosfera às 11:35

A música sente-se pelo som. Mas a música nasce no silêncio, no silêncio da alma que sente.

Victor Hugo achava que «a música é o barulho que pensa»!

publicado por Theosfera às 11:35

Somos um país antigo e um país envelhecido.

Dizem os estudos que Portugal é o sexto país mais envelhecido do mundo.

E, no entanto, tudo indica que somos um país que não optimiza os recursos da sua população mais idosa.

Temos muitos idosos e até temos lugares para eles! Só parece que não estamos dispostos a reconhecer o lugar deles. Na vida. Na nossa vida. Em casa. Na nossa casa. Na sociedade. Na nossa sociedade!

publicado por Theosfera às 11:34

Há quase 34 mil idosos a viverem sozinhos ou isolados.

O número poderia não ser conhecido de todos. Mas a realidade de cada um é conhecida por alguns.

E, agora, que vamos fazer?

Vamos continuar a discutir a realidade? Ou iremos tentar transformá-la?

A solidão pode ser uma opção. Mas o abandono tem sempre o (amargo) sabor da rejeição!

publicado por Theosfera às 11:33

Penso muito na situação dos idosos. E dói-me ver o modo como muitos são olhados e tratados.

Distantes parecem ser os tempos de Cícero (e não só), em que a antiguidade era, verdadeiramente, um posto.

Chateaubriand já deu conta nos idos de Novecentos: «Outrora, a velhice era uma dignidade; hoje, é um peso».

Parece-me, porém, que não é só a velhice que é um peso; é a pessoa, é o outro.

Estamos muito «ego-sentados». Urge sair de nós!

publicado por Theosfera às 11:33

O interesse costuma vestir muitas peles e colocar muitas máscaras. Até de desinteresse o interesse se mascara.

Se fosse jogador, o interesse seria um enorme simulador.

La Rochefoucauld disse tudo: «O interesse fala todas as línguas e desempenha todos os papéis, até o de desinteressado».

Mas as máscaras não estão totalmente seguras. E, às vezes, caem!

publicado por Theosfera às 11:32

Acerca de João XXIII, o Papa Bom, disse o teólogo Bernhard Haring: «É provável que nenhum homem, desde S. Francisco de Assis, tenha deixado uma imagem tão suave no coração dos seus semelhantes. Também ninguém estranhará se equipararmos João XXIII com a pequena Sta. Teresa de Lisieux. Ambos têm em comum o facto de saberem encontrar o caminho do coração, sobretudo o dos pequenos. Ambos estão marcados pela simplicidade e pela desenvoltura evangélica. Ambos sentem horror a discursos empolados, mas também não se deixam envolver pelas regras de uma superficialidade fácil. Ambos possuem, em certa medida, aquela inocência inata que conduz a actos grandes e ousados. Não atribuem a si próprios uma importância particular, mas acreditam na sua missão, que é a mensagem do amor».

publicado por Theosfera às 11:32

É importante perceber que o olhar define tudo.

Bem dizia Teresa de Lisieux: «Tudo é puro para quem é puro».

E que tal começar o ano por uma limpeza dos olhos?

publicado por Theosfera às 11:31

Nem todos podemos ser sábios como Tomás. Nem todos poderemos ser místicos como Teresa de Lisieux, que viveu às portas do século XX. Mas todos somos chamados a ser santos como os dois. Ambos mergulharam no mesmo (e infindo) oceano: o mistério santo de Deus!

Tempos diferentes e personalidades diversas partilham a mesma preocupação: encontrar o seu lugar na Igreja, na humanidade.

No século XIX, Teresa de Lisieux foi perita na ciência do amor. No século XIII, Tomás de Aquino fora mestre no amor da ciência.

Ambas as vias conduzem a Deus: o amor é a maior ciência; a maior ciência é o amor.
publicado por Theosfera às 11:30

Portugal tem cada vez mais idosos. Portugal tem cada vez mais idosos pobres.

Trata-se de pessoas que trabalharam e trabalharam muito.

Só que, no tempo em que trabalharam, a remuneração era muito reduzida. Mal dava para as despesas e não dava nada para poupar.

Ainda por cima, o Estado Social inexistia. O subsídio de desemprego era uma miragem. Quando não se trabalhava, não se recebia.

Daí que haja um grande número de idosos numa situação de indigência. Isto parte o coração. Não é justo!

publicado por Theosfera às 11:28

Hoje, 01 de Outubro, é dia de Sta. Teresa do Menino Jesus e da Santa Face e S. Bavão.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

Hoje, 01 de Novembro, é dia da Solenidade de Todos os Santos e de S. Benigno.
Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

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