O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sexta-feira, 05 de Setembro de 2014

Sonhar não é tudo. Mas é o princípio de tudo. E diria que é o essencial para tudo.

O sonho não conseguirá tudo. Mas sem sonho é que não se consegue nada.

Por isso, mesmo que não vejamos meios de concretizar o sonho, não desistamos de sonhar.

Os mais belos sonhos podem ser quando temos os olhos fechados. Mas os sonhos mais importantes ocorrem quando temos os olhos (bem) abertos.

É nessa altura que a realidade entra em nós: não apenas a realidade que é, mas também a realidade que pode (vir a) ser.

A sugestão maior de Richard Attenborough ia nessa direcção: «O que posso sugerir aos mais jovens é que nunca desistam dos seus sonhos. Um dia, o sonho mistura-se com a vontade e torna-se realidade».

Todo o que bem que nascer em nós há-de perdurar para além de nós!

publicado por Theosfera às 13:38

Não é apenas aquele não tem que rouba a quem possui.

Muitas vezes, o pior roubo é quando aquele que possui rouba a quem nada tem. O supérfluo de muitos é o necessário de tantos.

A propriedade é, sem dúvida, um direito, mas não pode ser encarado como um absoluto.

O que em algumas casas sobeja em muitos lares pode faltar.

O que se tem não é só para guardar. Deve ser também para repartir.

O melhor que se pode ter é o que se divide, o que se multiplica, o que se reparte!

publicado por Theosfera às 10:34

Na vida, temos de aspirar a tudo e de estar preparados para tudo.

Temos de fazer o melhor e de estar preparados para o pior.

Dizia Benjamin Franklin que «o ganho é transitório e incerto; mas, durante a vida, a despesa é constante e certa».

Quando damos, perdemos algo como é óbvio. Mas sempre que nos damos, ganhamos sempre. E ganhamos todos!

publicado por Theosfera às 09:30

Hoje, 05 de Setembro, é dia da Bem-Aventurada Madre Teresa de Calcutá, S. Bertino e S. Vitorino.

Um santo e abençoado dia para todos.

publicado por Theosfera às 04:49

Faz, hoje, 17 anos que morreu Madre Teresa de Calcutá.

 

Sofria do coração. O seu coração sofria o sofrimento dos outros.

 

Teve sempre uma percepção muito aguda das prioridades.

 

Cristo aparecia-lhe nos mais pobres de entre os pobres.

 

Era aí que ela O encontrava. Por isso, dizia «não ter muito tempo a perder com visitas a santuários».

 

Aos sacerdotes teve a ousadia de reclamar o essencial. De terço na mão, pediu-lhes para falarem de Cristo.

 

Percorreu o mundo. Não conheceu fronteiras. O amor, para ela, foi sempre universal, ilimitado.

 

O amor é para todos. É para sempre.

publicado por Theosfera às 03:53

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