O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 21 de Agosto de 2014

A trajectória de S. Pio X, cuja memória litúrgica ocorre hoje, é uma conjugação maravilhosa entre a proposta e a resposta.

 

A acção de Deus encontrou em José Sarto um acolhimento total. Dotado de natural bondade e proverbial humildade, foi-se disponibilizando para aquilo a que era chamado.

 

Em todos os apelos via sinais de Deus. Sem estudos para lá dos realizados no Seminário diocesano, foi com esapanto que se viu envolvido nas mais altas missões.

 

A eleição papal durou sete longos dias. O eleito foi vetado pelo imperador. A muito custo aceitou a missão, acolhendo-a com uma cruz.

 

Sob o lema instaurar todas as coisas em Cristo, entregou-se sobretudo à formação do clero em todos os sentidos.

 

Nunca pactuou com desvios. Pugnou sempre pela verdade do Evangelho. Deu um grande impulso à liturgia, destacando-se a sua piedade eucarística.

 

Empenhou-se bastante na catequese. O catecismo, que ainda hoje tem o seu nome, é uma referência que muitos continuam a não dispensar.

 

Morreu a 20 de Agosto de 1914. Quando a primeira grande guerra estava a dar os primeiros (e tortuosos) passos.

publicado por Theosfera às 11:52

A violência é o maior absurdo. Presume força e alardeia fraqueza.

Aliás, já Benedettto Croce advertia: «A violência não é força, mas fraqueza, nem nunca poderá ser criadora de coisa alguma, apenas destruidora».

Os que a usam também são por ela engolidos, também não acabam bem, também acabam...

publicado por Theosfera às 10:46

O problema maior não são os problemas. O problema maior é não serem encarados como tal, como problemas.

É como se tudo estivesse virado ao avesso. É como se houvesse um direito à blasfémia, à prevaricação. É como se quem adverte é que fosse culpado. É como se o médico é que estivesse doente e não o enfermo.

Todos podem fazer o que lhes apetece. Parece que só ninguém pode fazer o que deve.

Todos podem fazer o que lhes apetece em qualquer parte. Se a autoridade aparece, investe-se contra a autoridade.

Luís XIV tem muitos seguidores: o estado são eles, os que impõem, os que se impõem sobre os outros.

Falam de dia, gritam de noite.

Viver sem limites é o máximo? Talvez seja o máximo de descaramento.

Mas quando não há limites, o perigo de acidente aumenta.

Se o condutor não domina o carro que conduz, o desastre é iminente!

publicado por Theosfera às 10:39

O dinheiro dá muito, mas também tira bastante.

A partir de certos patamares, em vez de nos servir assenhora-se de nós.

Foi talvez por isso que Eça, no seu estilo muito peculiar, exortou: «A luta pelo dinheiro é santa - porque é, no fundo, a luta pela liberdade: mas até uma certa soma. Passada ela - é a tristonha e baixa gula do ouro»!

publicado por Theosfera às 10:09

O artista não é tanto o que reproduz. É sobretudo o que inventa, o que inicia.

Já dizia André Malraux que «os grandes artistas não são os copistas do mundo, são os seus rivais».

Descontando algum efeito hiperbólico, talvez tenha razão!

publicado por Theosfera às 10:06

O problema da intriga é que ela não se reduz a quem a lança. O maior problema é haver quem a alimente, quem a fomente.

Mas não é só o alvo da intriga que fica em causa. O promotor da intriga também não se sai bem.

Aliás, uma pessoa minimamente séria fica mais ao lado do alvo da intriga do que do causador da intriga.

Era o que pensava Freud: «Quando Pedro me fala sobre Paulo, sei mais sobre Pedro do que sobre Paulo».

E, habitualmente, o que sabe não é muito favorável.

Quantas vezes, vistos os factos, o que se diz até é infundado.

Cuidado com o que se diz sobre os outros porque, no fundo, estamos a dizer sobre nós.

A raiva acaba por obscurecer a lucidez!

publicado por Theosfera às 10:00

Hoje, 21 de Agosto, é dia de S. Pio X, S. Sidónio Apolinar, Sta. Umbelina e Sta. Vitória Rasoamanarive.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

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