O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 14 de Agosto de 2014

Confesso que, nesta altura, não consigo advertir com nitidez a diferença.

Não estamos em guerra mundial? Dizem que não.

Mas estamos a assistir a muitas guerras no mundo. Quantas mais guerras são precisas para estarmos em guerra mundial? Só haverá guerra mundial quando as superpotências entrarem em conflito?

Na Ucrânia, já há uma média de 60 mortos por dia. Na Síria e no Iraque, o número deve ser ainda maior.

É urgente (re)fazer a paz. Mas a paz não vem pela negociação. A paz vem, antes de mais, pela conversão.

Quando acolhermos Jesus, acolheremos a paz. Ele é a nossa paz (cf. Ef 2, 14)!

publicado por Theosfera às 10:27

Sejamos sinceros.

Todos temos medo da morte. Até Jesus, que é Deus, morreu no meio de grande clamor e lágrimas (cf. Heb 5, 7).

Mas há uma coisa que devíamos temer mais do que a morte: o desperdício da vida.

Bertolt Brecht aconselha: «Não temas tanto a morte, mas sobretudo a vida desaproveitada».

Não desaproveitemos a vida!

publicado por Theosfera às 10:14

S. Maximiliano Maria Kolbe morreu a 14 de Agosto de 1941, faz hoje, portanto, 73 anos.

 

Foi um mártir da segunda guerra mundial. Ofereceu-se para dar a vida em vez de um outro prisioneiro de Auschwitz.

 

Sempre admirei este homem singular. Defendia a obediência em todos os casos. Excepto num: quando a decisão de quem decide não estiver em sintonia com a vontade de Deus.

 

Tipificou a fórmula da santidade em v=V, v é a vontade do Homem, V é a vontade de Deus. Quando o Homem se abre a Deus, eis o princípio, o meio e o fim da santidade.

publicado por Theosfera às 10:06

Julgar os outros é um erro, uma injustiça e uma arrogância.

 

É um erro porque pode sempre haver algum dado que nos escape. Se o outro falha na acção, quem nos garante que nós não falhemos na avaliação?

 

É uma injustiça porque, deste modo, estamos a medir o outro não pelo que ele é verdadeiramente, mas tão-somente por aquilo que nós vemos. Que, obviamente, é falível.

 

Finalmente, é uma arrogância porque, habitualmente, quem julga os outros erige-se a si mesmo em norma, em regra, em lei. Ora, isto é totalmente descabelado, insustentável, indigerível.

 

Por isso é que a Bíblia diz que «o juízo pertence a Deus» (Deut 1, 17). Somente a Deus.

 

É claro que não nós não temos outro ponto de vista para olhar a não ser os nossos olhos.

 

Mas devemos partir de um princípio sempre salutar: o que vê é tão limitado como aquilo (aquele) que é visto.

 

Nada de preconceitos, pois. Fraternidade na correcção, sem dúvida. Mas sempre com amor e delicadeza. Como recomendava Santo Agostinho, «em tudo caridade».

publicado por Theosfera às 09:58

Hoje, 14 de Agosto, é dia de S. Maximiliano Maria Kolbe, Sta. Anastácia e Sta. Isabel Renzi.

Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

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