O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quarta-feira, 13 de Agosto de 2014

Há quem busque a felicidade no não fazer. Mas a felicidade está no fazer.

Há quem procure a felicidade no ócio. Mas a felicidade está no trabalho.

Tolstoi tinha razão: «A condição essencial para a felicidade é ser humano e dedicado ao trabalho».

Sem dúvida!

publicado por Theosfera às 12:55

Muitas vezes, a honestidade pode ser vista como um freio, como uma espécie de antídoto da ousadia.

Os que a têm, pensam e repensam antes de agir. Têm medo de ferir alguma pessoa ou algum princípio.

Os que não a têm, avançam sem olhar a pessoas e a princípios.

Vauvenargues achava: «A probidade, que impede os espíritos medíocres de atingir os seus fins, é mais uma forma, para os astutos, de conseguirem o que querem».

É injusto. Mas é melhor ser prejudicado do que prejudicar!

publicado por Theosfera às 10:39

Já houve cristãos que foram perseguidores, o que foi mal.

Há cristãos que são perseguidos. Alguém achará que é bem?

Nenhum dos agora perseguidos foi, alguma vez, perseguidor.

Há duas coisas a que as religiões têm de pôr fim com urgência: à violência dentro de si e à violência para fora de si.

A violência é inaceitável sob o ponto de vista da humanidade. E as religiões contraem deveres acrescidos neste âmbito.

Quando se mata um ser humano, mata-se a imagem de Deus. E mata-se qualquer afloramento de credibilidade.

Os tiros que se disparam contra alguém são tiros que se dão nos próprios pés!

publicado por Theosfera às 10:26

Há muitas formas de criticar. Umas mais assertivas e contundentes, outras mais subtis e diluentes.

Eça achava que «o riso é a mais antiga e mais terrível forma de crítica».

A mais antiga, provavelmente. E a mais terrível, seguramente.

Aprecio o sorriso, mas confesso que, às vezes, me assustam certos risos!

publicado por Theosfera às 10:16

Sobre o futuro?

Direi tão-somente que tenho 25 vezes mais razões para continuar a entregar-me Àquele a quem me consagrei há 25 anos.

Não sei obviamente quando vou morrer, mas sei que vou morrer padre.

E isto para mim é bastante. É o bastante!

publicado por Theosfera às 00:33

1. A história não se repete, mas persiste.

 

Cada tempo transporta outros tempos. Cada tempo faz eco daqueles que marcaram o tempo. Daqueles que nos marcaram no tempo.

 

 

 

2. Neste dia 13 de Agosto, faz 14 anos que faleceu D. António de Castro Xavier Monteiro. Eram 18h30. Era Domingo.

 

Eis uma data que não pode passar incógnita na terra para onde ele veio com alegria. E que serviu com extremos de dedicação.

 

 

 

3. As primeiras impressões dificilmente se extinguem. Mas são as últimas recordações que jamais se apagam.

 

É sabido que, ao aproximar-se o fim, D. António quase não falava. Nem assim, porém, deixou de comunicar.

 

 

 

4. Nas últimas horas, comunicava, acima de tudo, com o olhar.

 

Era um olhar sofrido. Mas era também um olhar sereno. Um olhar acolhedor. Um olhar agradecido. Um olhar de pai.

 

 

 

5. D. António enchia as pessoas com a sua palavra e preenchia os ambientes com a sua presença.

 

Entrou na cidade a 8 de Outubro de 1972, vindo de Lisboa. A partir dessa altura, Lamego passou a ser «a minha casa e a minha família». Em Lamego queria «ser pastor, vínculo de paz, de amor e de unidade».

 

 

 

6. Era um aristocrata no porte que sabia ser simples nos gestos. A 15 de Outubro de 1978, foi a Espadanedo, concelho de Cinfães, em visita pastoral.

 

Arlindo Pinto da Silveira estava paralítico há 36 anos em consequência do reumatismo agudo que o afectou. Pois D. António fez questão de o ir crismar a casa, ficando a corresponder-se com ele a partir desse dia.

 

 

 

7. Cultivava D. António uma proximidade que surpreendia e cativava. Mesmo quando não estava perto, sentíamo-lo próximo. Não falava muito, mas estimulava bastante.

 

D. António tinha, efectivamente palavra de mestre, coração de pastor e olhar de pai.

 

 

 

8. Não deixemos apagar o seu rasto. Não esbatamos a sua lembrança. Honremos o seu legado.

 

Disse Elie Wiesel que «esquecer é rejeitar». Seria imperdoável esquecer quem nunca nos esqueceu.

 

 

 

9. Jamais poderei esquecer a sua envergadura intelectual, a sua profundidade espiritual e a sua altíssima estatura humana.

 

A sua delicadeza sempre o distinguiu e nobilitou.

 

 

 

10. D. António nunca esqueceu Lamego durante a vida. Que Lamego não se esqueça de D. António após a sua morte.

 

Quem vive como D. António viveu, sobrevive para sempre. Que a sua memória continue a iluminar a nossa história!

 

publicado por Theosfera às 00:01

Hoje, 13 de Agosto, é dia de S. Ponciano, Sto. Hipólito, S. Cassiano de Ímola e S. Marcos de Aviano. Um santo e abençoado dia para todos!

publicado por Theosfera às 00:00

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